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sexta-feira, 12 de julho de 2019
Quando a banda sonora consegue ser tão boa quanto a série
Já viram a série Big Little Lies? E já ouviram Michael Kiwanuka? Vale muito a pena
terça-feira, 9 de julho de 2019
As 5 melhores séries dos últimos tempos
Estou numa fase em que vejo mais séries do que filmes. E os
últimos tempos têm sido uma loucura: são só séries boas a sair!
Acabei na semana passada a segunda temporada de uma série
alemã chamada Dark (Netflix). A história passa-se numa aldeia chamada Winden,
conhecida pela sua central nuclear. Os seus habitantes começam aos poucos a
perceber que algo de estranho se passa nas grutas do bosque que rodeia a aldeia
– basta dizer que várias crianças estão a desaparecer no meio da floresta, tal
como já tinha acontecido 33 anos antes. É das melhores séries que vi! Prende ao
ecrã, deixa-nos ansiosos para que saia o próximo episódio e apanha-nos de
surpresa a toda a hora. E, claro, nota-se a diferença de uma produção alemã
para uma produção norte-americana: Stranger Things é o fenómeno do momento e
centra-se numa temática parecida, mas, na minha opinião, Dark é muito melhor em
todos os aspetos: argumento, cenário, personagens, ...
Outra série maravilhosa é Big Little Lies (HBO). Se calhar
muitos ouviram falar nesta série como ‘A série que tem a Meryl Streep na
segunda temporada’. A história centra-se num grupo de amigas que vive numa zona
abastada da Califórnia. Cada uma tem a sua vida e os seus problemas, mas, a
certa altura, acabam todos por ser apanhadas num drama. A forma como vão lidar
com essa tragédia fará com que se unam ainda mais... Ou não. Estou agora a ver
a segunda temporada – é mais fraca que a primeira, mas não deixa de ser uma
excelente série. Destaque para o trabalho de produção e edição.
This is Us (Fox) pode parecer uma telenovela, mas, para mim,
é das melhores coisas que os EUA produziram nos últimos tempos. Uma família de
cinco (pai, mãe e trigémeos) lida com os problemas do dia-a-dia. É só isto. Mas
há qualquer coisa nesta série que faz com que todos se identifiquem.
Num registo totalmente diferente, The Marvelous Mrs. Maisel
(Amazon) também deixou tudo e todos presos ao ecrã. Midge vive em Nova Iorque,
na década de 50, com a sua família judia. Os Maisel não têm problemas na vida:
as contas estão recheadas, os homens são bem-sucedidos e as mulheres pertencem
a todos os clubes da elite. Problema: Midge, uma mulher casada e com dois
filhos, quer dedicar-se àquilo que mais gosta – stand-up comedy. Tudo é
maravilhoso nesta série: os cenários, os figurinos, os atores, as piadas. As
barrigadas de riso são garantidas.
Mas nenhuma série mexeu tanto comigo quanto Handmaid’s Tale
(Hulu). Uma parte dos EUA deu lugar a Gilead, uma nação (?!) totalitarista que
não respeita as mulheres e que as vê simplesmente como seres reprodutores.
Baseada na obra da canadiana Margaret Atwood, esta série não deixa ninguém
indiferente. As interpretações são magistrais e o argumento de arrepiar. Aconselho todos – mulheres e homens – a verem esta série. Não é pera doce, mas é importante que se tenha noção que estes problemas existem. Basta ver o que se passou há pouco tempo no Alabama...
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Os melhores filmes do mundo
O primeiro filme que vi no cinema foi ‘O Livro da Selva’ e quando tinha os meus quatro anos era viciada no ‘Aladino’. Lembro-me que, aos seis anos, a minha avó ofereceu-me um prato, uma tigela e um copo da ‘Pocahontas’ e vibrei como se tivesse ganho 10 mil euros. Aos 14 tentei aprender a tocar ‘A Canção do Sul’ no piano e aos 20 e tal fui a correr ao cinema para voltar a ver ‘O Rei Leão’. Ah! E aos 23 anos ligaram-me para ir trabalhar na loja da Disney no Cascaishopping. Só não fui porque tinha acabado de arranjar emprego na minha área... Mas vacilei.
O que é que têm os filmes da Disney de especial? Tudo. As histórias em si, as músicas, as personagens, os desenhos, tudo!
Continuo a vibrar mais com a ‘Cinderela’, ‘A Bela Adormecida’, ‘Os Aristogatos’ e ‘Os 101 Dálmatas’ do que com qualquer outro filme. E aqui me confesso: sou de tal maneira viciada nas músicas da Disney que vou para o trabalho a ouvir e cantar os clássicos.
Fico triste quando oiço crianças com 10, 11, 12, 13 anos a dizer que nunca viram filmes da Disney. Não sabem o que perdem. Quando for mãe, vou mostrar todos estes filmes aos meus filhos. Uma infância feliz tem de ter uns filmes da Disney pelo meio.
Vá, tomem lá mais um GIF... Não resisto! :)
Etiquetas:
Disney,
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
O bom do cinema
Quando vim viver para Lisboa, passei a ficar sozinha durante as folgas semanais. Não tinha paciência para ir a Cascais, nem vontade de passear pela Costa, quanto mais meter-me no comboio para Sintra...
Na altura em que tinha o meu part-time ligado à música, acordava tarde, comia qualquer coisa, arranjava-me e ia para o metro para apanhar boleia (era a melhor parte do meu dia - rir, rir e mais rir, felicidade no seu estado mais simples). Depois comia qualquer coisa e ensaiava até tarde, mas a horas decentes para sair e ir beber um copo com amigos e rir mais um bocado.
Quando deixei este trabalho, tudo desapareceu - as boleias, as tardes a rir, os momentos mais divertidos, as noites ocupadas e os copos no final.
Foi por isso que, no meio de uma espécie de depressão pós-demissão (é sempre difícil quebrar uma rotina, quanto mais quando vinha com tantos extras), decidi recorrer ao cinema. À tarde, a seguir ao jantar, à meia-noite. Eu já era fã de uma boa ida ao cinema, mas agora estou a voltar a ter noção do que já me tinha esquecido - que há coisas que se devem aproveitar, que nos ajudam a esquecer as amarguras e que sem elas a vida perde grande parte do seu interesse.
Há quem diga que uma ida ao cinema é tão importante quanto uma sessão no psicólogo. Eu acho que é ainda melhor.
Viva o cinema! E que venham os Óscares, uma das melhores noites de trabalho!
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