A nova música da Raquel Tavares - Meu Amor de Longe é a banda sonora perfeita para o mês de Junho. O que acham? :)
terça-feira, 31 de maio de 2016
Música para os Santos
Junho é o mês dos Santos Populares! Começa a época da sardinha no pão, do chouriço assado e do cheirinho a manjerico.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Tenho um livro a meio e não sei como avançar
De certeza que já passaram por esta situação: escolheram um livro, estavam ansiosos por começar a lê-lo e lá arranjaram um dia para arrancar. Leram duas páginas e arranjaram uma desculpa para parar. Depois lá começaram arranjar tempo (uma vez por mês, vá) para ler duas ou três páginas... E não conseguem admitir uma coisa – estão a odiar o livro.
Normalmente, isto acontece-nos quando estamos a ler uma obra de um autor consagrado. ‘Como é que tantos adoram e eu não consigo sair do primeiro capítulo?’
E atenção: isto nada tem a ver com falta de interesse ou de prática. Lemos muito e exploramos vários géneros. Já nos deliciámos com ‘As Vinhas da Ira’, delirámos com o ‘Primo Basílio’ e não conseguíamos para de ler os ‘Cem Anos de Solidão’. Também temos estofo para devorar ‘Uma História da Leitura’ (Manguel), ‘A Ideologia Alemã’ ou ‘A Era dos Extremos’ (Hobsbawm). O problema é mesmo AQUELE livro.
Problema: sabem qual é o meu? ‘Número Zero’, do Umberto Eco. O que fazer? Já avancei umas 30 páginas, mas a verdade é que não faço ideia quando o vou acabar.
O que fazer nestas situações? Voltar a arrumar o livro na estante e começar outro ou forçar-me até ao fim e só depois dizer ‘não gostei mesmo nada disto...’? É verdade, posso sempre chegar ao fim e mudar de ideias, mas ao fim de umas quantas páginas já deu para perceber que vai ser uma looooonga caminhada.
Normalmente, isto acontece-nos quando estamos a ler uma obra de um autor consagrado. ‘Como é que tantos adoram e eu não consigo sair do primeiro capítulo?’
E atenção: isto nada tem a ver com falta de interesse ou de prática. Lemos muito e exploramos vários géneros. Já nos deliciámos com ‘As Vinhas da Ira’, delirámos com o ‘Primo Basílio’ e não conseguíamos para de ler os ‘Cem Anos de Solidão’. Também temos estofo para devorar ‘Uma História da Leitura’ (Manguel), ‘A Ideologia Alemã’ ou ‘A Era dos Extremos’ (Hobsbawm). O problema é mesmo AQUELE livro.
Problema: sabem qual é o meu? ‘Número Zero’, do Umberto Eco. O que fazer? Já avancei umas 30 páginas, mas a verdade é que não faço ideia quando o vou acabar.
O que fazer nestas situações? Voltar a arrumar o livro na estante e começar outro ou forçar-me até ao fim e só depois dizer ‘não gostei mesmo nada disto...’? É verdade, posso sempre chegar ao fim e mudar de ideias, mas ao fim de umas quantas páginas já deu para perceber que vai ser uma looooonga caminhada.
Sabia que Cleópatra usava um vibrador?
É verdade, a rainha do Egipto também usava um vibrador. Estas e outras curiosidades são reveladas num vídeo do canal Super Deluxe, no qual se conta a história deste objeto sexual.
Dê uma vista de olhos
pelos diferentes vibradores dos últimos... milhares de anos.
Calvin e Hobbes. A BD que não conseguimos parar de ler
Quem nunca leu umas tiras
dos amigos Calvin e Hobbes? Passei a minha infância e adolescência a ler estas
BDs – na cama antes de adormecer, nas tardes chuvosas, nos plácidos domingos...
A verdade é que todos nos
revemos nas personagens de Bill Waterson. Ap
esar do último livro das aventuras de um miúdo de seis anos e o seu tigre de peluche ter saído há 20 anos, continuamos a querer ler mais e mais histórias.
esar do último livro das aventuras de um miúdo de seis anos e o seu tigre de peluche ter saído há 20 anos, continuamos a querer ler mais e mais histórias.
E porquê? O youtuber
Kristian Williams chegou a uma conclusão: “A arte com mais significado é aquela
que pode ser apreciada em qualquer altura da vida”. É exatamente isso que
acontece com estas pranchas de BD.
“Com o Calvin e Hobbes
estamos sempre a descobrir algo novo. Leia as tiras aos seis anos e apaixone-se
pelas aventuras coloridas do menino e o seu tigre. Mas volte a lê-las aos 16 ou
aos 26 e aprecie um significado completamente diferente mas igualmente
enriquecedora”.
É isto, certo? Quem gosta
destes amigos e continua a ler as suas histórias percebe que é exatamente isto.
Para perceberem melhor, vejam o vídeo.
Moda. 5 erros que cometemos quando vamos às compras
Para algumas pessoas, ir às compras é apenas mais um programa. Para outras, trata-se de uma aventura altamente stressante.
Se está a pensar ir comprar algumas peças de roupa e já está a sofrer por antecipação, deve saber que isso se deve a erros simples que comete antes e durante a ida às lojas. Veja aqui os erros e aprenda com eles.
1. Começar a stressar logo de manhã: todas sabemos que comprar calças de ganga não é uma experiência agradável. Ou compramos um 40 e após três lavagens o par já é um 46, ou chegamos à loja a pensar que vestimos o 40 e nada passa nas coxas a não ser o 44, ou não existe um único par sem um rasgão, ou ficam-nos bem nas coxas mas péssimas na cintura... Ufa!!! Sim, é cansativo. Mas não vale a pena stressar. Não tenha vergonha de pedir ajuda a alguém da loja – assim será mais fácil encontrar um modelo que satisfaça as suas necessidades.
2. Criar grandes expectativas para os saldos: é verdade, encontram-se artigos ótimos por preços maravilhosos. Mas é preciso ter noção que, para isto acontecer, é preciso tempo, paciência e uma dose extra de vontade de se enfiar num centro comercial com milhares de pessoas a atacar cabides e provadores. Não deposite todas as esperanças nos saldos. Mais vale visitar alguns outlets mais tarde ou aproveitar as promoções que vão surgindo ao longo do ano.
3. Achar que nada precisa de ir à costureira: aqui me confesso – este é um dos meus maiores erros. Perco logo a paciência quando as calças estão demasiado compridas ou as mangas da camisola ficam descaídas. Não nos podemos esquecer que uma costureira faz milagres!! Se for uma peça giríssima e de boa qualidade, vale a pena gastar mais uns euros para aperfeiçoar a forma como nos assenta.
4. A negação do L e do XL: juramos a pés juntos que vestimos o M e que aquele modelo é que deve estar com os tamanhos todos trocados, ou que naquela loja as dimensões são ridículas. Em alguns casos, esta última parte é verdade, mas muitas mulheres e homens têm dificuldade em aceitar o tamanho que vestem. Podem ter usado o M no secundário, mas agora, aos 30 anos, o M passou a L. E não tem mal nenhum!!! Se continuar a entrar nas lojas a querer vestir o M, isso sim pode dar cabo da sua autoestima.
5. Ir sem tempo: é meio caminho andado para pegar em qualquer coisa, levar sem experimentar... E arrepender-se. Faça um programa com amigos (de confiança, que são sinceros consigo sem serem brutos. Não queremos sair de um provador e ter uma amiga a rir às gargalhadas e dizer que parecemos uma lontra enfiada numa licra...) e dedique uma tarde inteira às compras.
Se está a pensar ir comprar algumas peças de roupa e já está a sofrer por antecipação, deve saber que isso se deve a erros simples que comete antes e durante a ida às lojas. Veja aqui os erros e aprenda com eles.
1. Começar a stressar logo de manhã: todas sabemos que comprar calças de ganga não é uma experiência agradável. Ou compramos um 40 e após três lavagens o par já é um 46, ou chegamos à loja a pensar que vestimos o 40 e nada passa nas coxas a não ser o 44, ou não existe um único par sem um rasgão, ou ficam-nos bem nas coxas mas péssimas na cintura... Ufa!!! Sim, é cansativo. Mas não vale a pena stressar. Não tenha vergonha de pedir ajuda a alguém da loja – assim será mais fácil encontrar um modelo que satisfaça as suas necessidades.
2. Criar grandes expectativas para os saldos: é verdade, encontram-se artigos ótimos por preços maravilhosos. Mas é preciso ter noção que, para isto acontecer, é preciso tempo, paciência e uma dose extra de vontade de se enfiar num centro comercial com milhares de pessoas a atacar cabides e provadores. Não deposite todas as esperanças nos saldos. Mais vale visitar alguns outlets mais tarde ou aproveitar as promoções que vão surgindo ao longo do ano.
3. Achar que nada precisa de ir à costureira: aqui me confesso – este é um dos meus maiores erros. Perco logo a paciência quando as calças estão demasiado compridas ou as mangas da camisola ficam descaídas. Não nos podemos esquecer que uma costureira faz milagres!! Se for uma peça giríssima e de boa qualidade, vale a pena gastar mais uns euros para aperfeiçoar a forma como nos assenta.
4. A negação do L e do XL: juramos a pés juntos que vestimos o M e que aquele modelo é que deve estar com os tamanhos todos trocados, ou que naquela loja as dimensões são ridículas. Em alguns casos, esta última parte é verdade, mas muitas mulheres e homens têm dificuldade em aceitar o tamanho que vestem. Podem ter usado o M no secundário, mas agora, aos 30 anos, o M passou a L. E não tem mal nenhum!!! Se continuar a entrar nas lojas a querer vestir o M, isso sim pode dar cabo da sua autoestima.
5. Ir sem tempo: é meio caminho andado para pegar em qualquer coisa, levar sem experimentar... E arrepender-se. Faça um programa com amigos (de confiança, que são sinceros consigo sem serem brutos. Não queremos sair de um provador e ter uma amiga a rir às gargalhadas e dizer que parecemos uma lontra enfiada numa licra...) e dedique uma tarde inteira às compras.
5 ideias para bolos de casamento
Vai casar e não sabe que bolo escolher? O melhor
mesmo é estar atenta às novas tendências no mundo dos bolos de casamento.
O site britânico Metro fez uma lista com os novos
estilos que estão na moda. A Jota Má pegou nesses tópicos e sugere-vos as
melhores opções:
1.
Um bolo que
reflita a personalidade dos noivos: a personalidade ou os gostos. Dê um toque
especial ao típico bolo de camadas. Se não gosta de extravagâncias, pode dar
esse toque nos bonecos que se costumam colocar no topo do bolo, por exemplo.
2.
Do míni ao super:
cada vez mais vemos bolos compostos por dezenas de macarrons ou cupcakes.
Porque não fazer uma torre de bolinhos ou usar uma boleira de três andares para
criar o típico bolo de noivos?
3.
Um bolo ‘nu’:
muitos acreditam que a beleza das coisas está na sua simplicidade. Para estas
pessoas, o melhor é esquecer o glacé e os ornamentos – deixe as camadas à
mostra e revele os frutos ou o recheio do bolo.
4.
Rendas: há
quem ache piroso, há quem veja esta moda como um regresso aos estilos mais
tradicionais. Para todos os efeitos, é a incorporação de um elemento clássico –
se for bem feito e sem exageros, por tornar um bolo ‘despedido’ numa autêntica
obra de arte.
5.
Apostar nas cores subtis: muitas pessoas
gostam de ter bolos com cores garridas, como cor-de-rosa choque ou verde lima. Se
gostam destas opções, ótimo: o dia é vosso e devem vivê-lo ao máximo. Para mim,
cores vibrantes são um bocadinho demais... Mas não tem mal nenhum acrescentar
um apontamento de cor ao bolo, como uma fita verde escura ou uma camada com uns
tons de azul-bebé.
A todas as noivas, muitas felicidades! E não
stressem, tudo acaba por correr bem J
domingo, 29 de maio de 2016
O que não devemos ter na casa de banho
A sua casa de banho está super desarrumada, com roupa espalhada por todo o lado, produtos de beleza misturados com bijuteria e embalagens vazias no lavatório? O melhor mesmo é começar a pensar numa limpeza...
O site norte-americano Huffington Post fez uma lista com algumas das coisas que deve banir da sua casa de banho, de forma a eliminar bactérias e a fazer a sua higiene num espaço mais limpo.Aqui estão alguns exemplos:
Esponjas: deve substituir a sua esponja de três em três ou de quatro em quatro semanas. São perfeitas para criar uma autêntica ‘selva’ de bactérias.
Embalagens vazias: mais uma vez, estas são as ‘melhores amigas’ das bactérias.
Tapete: se quiser manter um, deve lavá-lo com regularidade. Isto porque é o local onde costuma haver muita pele morta, gordura e (surpresa, surpresa!) bactérias.
Cortina de duche: também deve substituí-la com regularidade – ganha bolor com muita facilidade.
Produtos fora de prazo: podem ser usados por engano... E a verdade é que só estão no seu armário a ocupar espaço.
Elásticos para o cabelo: não os deixe em locais húmidos - as bactérias adoram-nos!
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