terça-feira, 31 de maio de 2016

Burberry sem efeitos e filtros

A nova campanha da Burberry está a dar que falar pelas melhores razões. Em vez de recorrer ao Photoshop, Snapchat ou outros programas, a marca britânica optou por regressar às origens e criar uma campanha publicitária baseada na ilustração.

Os desenhos feitos pelo artista britânico Luke Edward Hall surgem ao lado de fotografias tiradas pelo peruano Mario Testino.


O que acham desta ideia?




Sabia que ter irmãos faz bem à saúde?

Os filhos únicos também têm futuros brilhantes, mas vários estudos mostram que ter irmãos faz bem à saúde.


Porquê?

1 – Tornamo-nos mais altruístas (temos de aprender a fazer cedências e a perceber a opinião do outro desde muito cedo)

2 – Melhoram a nossa saúde mental (Investigadores da Brigham Young University descobriram que os irmãos ajudam a estimular a actividade cerebral. Para além disso, ajudam-nos também a não nos sentirmos sozinhos, culpados ou ansiosos)

3 – Tornamo-nos mais felizes (As pessoas mais velhas que têm irmãos são as mais felizes)

4 – Ficamos em forma (Um estudo citado pela revista Time mostra que os irmãos ajudam-nos a ter um estilo de vida mais saudável, motivando-nos a realizar mais atividades físicas)

5 – Vivemos mais tempo (Um estudo publicado no jornal PLoS Medicine mostra que aqueles que não têm hábitos sociais morrem 7.5 anos mais cedo do que os que mantêm laços fortes com os amigos e a família)

António, Teresa e Capitu. Três irmãos muito diferentes


Hoje é o dia dos irmãos. Tenho a sorte de ter três completamente diferentes.



O António (três anos mais novo do que eu) é o mais calmo e carinhoso. Gosta de estar no seu mundo, com os seus videojogos e os seus filmes, mas é sempre o primeiro a ajudar. É também o primeiro a mandar uma piada e a soltar uma gargalhada. Mas tem os seus dias – às vezes não fala com ninguém e prefere ficar um bom bocado sozinho, a pensar nas suas coisas. Sabemos que passado um bocado voltamos a ter o nosso ‘Ni’ divertido.
António

A Teresa (quatro anos mais nova) é a mais cómica, mas também a que tem o feitio mais complicado. Tanto está eufórica, a rir às gargalhadas, como impaciente. A verdade é que, quando está de bom humor, é uma miúda super cómica, que nos faz rir com facilidade. Mas não nos damos muito - sabemos que ao fim de umas horas juntas, os nossos feitios vão acabar por colidir. Temos gostos, personalidades e formas de estar completamente diferentes. Mas, com a idade, vamos aprendendo a lidar uma com a outra e a aproveitar os momentos em que estamos bem.

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Teresa e Capitu

A Capitu (que, na verdade, se chama Maria Inês e é 13 anos mais nova) é a bebé lá de casa. Quando está connosco, continua a agir como uma menina de cinco anos, a pedir miminhos e a fazer brincadeiras infantis. Sempre que me vê, enche-me de abraços e beijinhos. Quando estou com ela, volto a ser miúda e a fazer as parvoíces todas próprias da idade.

Podemos andar às turras e ralhar uns com os outros, mas tenho noção da sorte que tenh

o por ter irmãos – uns mais próximos da minha idade, outro mais distante. Cada um, à sua maneira, dá um toque especial a esta família. E que família divertida a minha!

Música para os Santos

Junho é o mês dos Santos Populares! Começa a época da sardinha no pão, do chouriço assado e do cheirinho a manjerico.

A nova música da Raquel Tavares - Meu Amor de Longe é a banda sonora perfeita para o mês de Junho. O que acham? :) 

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Tenho um livro a meio e não sei como avançar

De certeza que já passaram por esta situação: escolheram um livro, estavam ansiosos por começar a lê-lo e lá arranjaram um dia para arrancar. Leram duas páginas e arranjaram uma desculpa para parar. Depois lá começaram arranjar tempo (uma vez por mês, vá) para ler duas ou três páginas... E não conseguem admitir uma coisa – estão a odiar o livro.

Normalmente, isto acontece-nos quando estamos a ler uma obra de um autor consagrado. ‘Como é que tantos adoram e eu não consigo sair do primeiro capítulo?’

E atenção: isto nada tem a ver com falta de interesse ou de prática. Lemos muito e exploramos vários géneros. Já nos deliciámos com ‘As Vinhas da Ira’, delirámos com o ‘Primo Basílio’ e não conseguíamos para de ler os ‘Cem Anos de Solidão’. Também temos estofo para devorar ‘Uma História da Leitura’ (Manguel), ‘A Ideologia Alemã’ ou ‘A Era dos Extremos’ (Hobsbawm). O problema é mesmo AQUELE livro.

Problema: sabem qual é o meu? ‘Número Zero’, do Umberto Eco. O que fazer? Já avancei umas 30 páginas, mas a verdade é que não faço ideia quando o vou acabar.

O que fazer nestas situações? Voltar a arrumar o livro na estante e começar outro ou forçar-me até ao fim e só depois dizer ‘não gostei mesmo nada disto...’? É verdade, posso sempre chegar ao fim e mudar de ideias, mas ao fim de umas quantas páginas já deu para perceber que vai ser uma looooonga caminhada.

Sabia que Cleópatra usava um vibrador?


É verdade, a rainha do Egipto também usava um vibrador. Estas e outras curiosidades são reveladas num vídeo do canal Super Deluxe, no qual se conta a história deste objeto sexual.


Dê uma vista de olhos pelos diferentes vibradores dos últimos... milhares de anos.

Calvin e Hobbes. A BD que não conseguimos parar de ler

Quem nunca leu umas tiras dos amigos Calvin e Hobbes? Passei a minha infância e adolescência a ler estas BDs – na cama antes de adormecer, nas tardes chuvosas, nos plácidos domingos...

A verdade é que todos nos revemos nas personagens de Bill Waterson. Ap
esar do último livro das aventuras de um miúdo de seis anos e o seu tigre de peluche ter saído há 20 anos, continuamos a querer ler mais e mais histórias.

E porquê? O youtuber Kristian Williams chegou a uma conclusão: “A arte com mais significado é aquela que pode ser apreciada em qualquer altura da vida”. É exatamente isso que acontece com estas pranchas de BD.

“Com o Calvin e Hobbes estamos sempre a descobrir algo novo. Leia as tiras aos seis anos e apaixone-se pelas aventuras coloridas do menino e o seu tigre. Mas volte a lê-las aos 16 ou aos 26 e aprecie um significado completamente diferente mas igualmente enriquecedora”.


É isto, certo? Quem gosta destes amigos e continua a ler as suas histórias percebe que é exatamente isto. Para perceberem melhor, vejam o vídeo.