terça-feira, 7 de junho de 2016

Usar Crocs ou chinelos no dia-a-dia faz mal à saúde

Ponto número 1: usar Crocs no dia-a-dia já é um problema só por si. Usá-los enquanto limpamos a casa ou mesmo (na melhor das hipóteses) quando vamos à praia, é tolerável. De resto, todo o uso é considerado pecaminoso.

Mas deixemos a minha opinião de parte e vamos às más notícias para as pessoas que usam estes sapatos diariamente: os Crocs fazem mal à saúde.

Porquê? Segundo os testemunhos de vário podólogos dados ao site norte-americano Huffington Post, o facto de este tipo de calçado ser aberto atrás e só usar uma fita para tentar estabilizar o calcanhar pode fazer muito mal aos nossos pés.

“Quando o calcanhar está instável, os dedos tendem a fazer força para não escorregar, o que pode provocar tendinites, agravamento de deformações do dedo do pé, problemas nas unhas e calosidades”, afirma uma especialista.

Problema: o mesmo problema se aplica a havaianas e outros tipos de chinelos, o calçado mais usado para ir à praia… Por isso já sabem, usem-nos durante umas horas, mas não o dia inteiro.

Se quiserem ler o artigo original, basta clicar aqui.

Os dramas da ida à Feira do Livro

Costumo ir todos os anos à Feira do Livro de Lisboa. E todos os anos tenho o mesmo problema: por onde começar e como não estoirar a conta bancária?

A oferta é tanta que dá vontade de comprar um livro em cada banca (bom, não em todas, as que só vendem livros técnicos dispenso…).

Mas é impossível fazer a feira toda, chegar ao fim e dizer “ok, agora vou às bancas onde vi livros que me interessam”. São tantas, mas tantas bancas que não dá para fazer essa lista.

Por isso, o que decidi fazer este ano foi começar numa ponta e assim que visse um livro que me interessava, parava, dava uma vista de olhos e comprava-o. Depois, tinha de me conter o resto do caminho para não comprar mais nenhum: passava a correr pelas editoras e quase não olhava.

Agora perguntam: mas será que não havia outro livro que preferia comprar? Se calhar. Mas como também gostava deste e sabia que não podia gastar tanto dinheiro, esta foi a solução que arranjei. Compensei a angústia com um cachorro no final da feira.

Quer que o cabelo cresça mais rápido? Siga estas dicas






Olhamos para uma revista e vemos um corte de cabelo giríssimo, mas esquecemo-nos que se trata de uma produção fotográfica. Decidimos arriscar: mostramos a fotografia à cabeleireira e ela bem tenta imitar o que aparece na imagem. Resultado: saímos do cabeleireiro iguais a um porco-espinho…


Queremos fazer com que o cabelo cresça mais rápido mas não sabemos como. Sorte das sortes: a Harper’s Bazzar fez uma lista com algumas dicas para fazer com que os fios de cabelo que temos espetados na cabeça comecem a crescer rapidamente.


1 – Usar máscara semanalmente (a elasticidade concedida por uma ao máscara fará com que haja menos quebra);


2 – Pentear de uma forma menos agressiva (usar a escova de uma forma brusca pode levar à quebra de fios de cabelo);


3 – Cuidado com as pontas espigadas (estas fazem com que o cabelo pareça mais curto)


4 – Ter uma alimentação equilibrada (as proteínas ajudam a fortalecer o cabelo. O melhor mesmo é optar por consumir carne de vaca, ovos, vegetais, amêndoas e sementes)


5 – Atenção ao sol (vários fatores externos fazem com que o cabelo quebre rapidamente. Por isso, o ideal é usar produtos que hidratem o cabelo e o proteja desses fatores).

Siga estas dicas e esqueças os lenços na cabeça e os chapéus.

sábado, 4 de junho de 2016

Cozinha. As páginas que sigo no Facebook

Adoro cozinhar. Infelizmente só tenho uma kitchenette MUITO pequenina, com uma placa com dois bicos, um frigorífico do tamanho de uma criança de três anos e um micro-ondas com a função grill. Mas sempre que posso, tento inventar pratos ou copiar os que vejo na Internet.

Por isso, sigo vários chefs no Facebook e ‘roubo-lhes’ as ideias. Algumas páginas dão-nos ótimas ideias! Aqui ficam algumas sugestões:

Nigella Lawson. Quem não conhece a Nigella? Já viram os pratos fabulosos que ela publica na sua página? Há criações para todos os gostos: desde tostas deliciosas a bolos de deixar a água na boca.
Vale a pena.

Jamie Oliver. Confesso que os seus programas irritam-me (ao contrário dos da Nigella), mas agora tem publicado uns vídeos que ensinam a fazer pratos muito simples e deliciosos.

Tasty. Nunca apanharam os vídeos desta página no vosso feed? Tem milhões (literalmente) de seguidores e mostra receitas que nem sequer nos passariam pela cabeça criar.

Matt Preston. O jurado do programa Masterchef Austrália publica mais coisas sobre o backstage do que receitas, mas às vezes divulga pequenos truques que podemos usar na cozinha.

Little Things. Esta não é uma página dedicada à culinária, mas publica com regularidade vídeos que nos ensinam a confecionar pratos ótimos. Foi nesta página que aprendi a fazer ‘cordelinhos’ de Nutella, com massa quebrada e chocolate. Delicioso!

Miguel Rocha Vieira. O jurado do Masterchef Portugal não publica receitas, mas mostra-nos fotografias dos pratos que cria. Uma inspiração para os mais ambiciosos.

Martha Stewart. Um clássico. Quem segue a apresentadora norte-americana sabe que pode sempre recorrer à sua página para arranjar ideias.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Eagles of Death Metal. Grandes nos originais e nas covers

Confesso que não conhecia os Eagles of Death Metal (EODM). Já tinha ouvido uma coisa aqui e ali, mas nunca tinha prestado atenção. Por razões profissionais tive de conhecê-los melhor depois dos atentados em Paris, a 13 de novembro de 2015.

Dentro do género, revelaram-se uma agradável surpresa. Desde essa altura que estou viciada na sua versão de ‘Save a Prayer’, dos Duran Duran. Atrevo-me a dizer (calma, fãs dos êxitos dos anos 80, calma) que é muito melhor do que a original.

O que é que acham? (Partilho aqui um vídeo com imagens do filme ‘Os Tenenbaums – Uma Comédia Genial’. A capa do álbum pode fazer confusão às pessoas mais... sensíveis ;) )

8 coisas que devemos fazer aos 20 anos

Chegamos ao limbo aos 20 anos – não somos adolescentes, mas também não somos adultos com uma grande experiência de vida. É nesta altura que temos de tomar decisões que vão moldar o nosso futuro.

Por isso, existem coisas muito simples que podemos fazer nesta idade e que farão com que sejamos muito mais felizes no futuro.

1 – Temos de começar a cuidar de nós. Se aos 17 comíamos o que nos apetecia, agora é melhor começar a olhar para a balança. Temos de estar atentas à nossa pele e à saúde em geral. As futuras ‘nós’ agradecem.

2 – Ir atrás do nosso emprego de sonho. Agora temos as ferramentas para procurarmos o trabalho que nos faz feliz. Não vale a pena contentar-nos com o básico e com o emprego que nos dá algum dinheiro. Como se costuma dizer, “uma vida no emprego de sonho é uma vida sem trabalhar” (se não é isto, é qualquer coisa do género).

3 – Viagens, viagens e mais viagens. Com filhos, contas para pagar, animais de estimação para cuidar e uma casa para limpar, é difícil juntar tempo e dinheiro para fazer aquela viagem com que sempre sonhou. Aproveite os 20 anos para se aventurar.

4 – Saia de casa. Eu sei, nesta altura do campeonato é difícil sair de casa dos pais. Mas tudo é possível: experimente viver num quarto ou numa casinha com 30 metros quadrados. A sensação de independência e o sentido de responsabilidade devem ser assimilados desde cedo.


5 – Dedique-se aos amigos. Com o passar do tempo, o acumular de tarefas fará com que não consiga dedicar tanto tempo aos seus amigos (mesmo aos mais próximos). Por isso, aproveite para ir beber uns copos com eles, ir ao cinema, viajar ou pura e simplesmente ficar num jardim a falar até às 04h00.

6 – Compre aquele par de sapatos estupidamente caro. E aproveite-o. Enquanto não temos grandes encargos, o melhor mesmo é mimar-nos de vez em quando e comprarmos coisas que sabemos que, um dia mais tarde, serão mais difíceis de adquirir – a não ser que se torne uma CEO de uma multinacional. Good for you!

7 – Não tenha medo de fazer perguntas. Mais vale esclarecê-las agora do que viver uma vida de dúvidas e medos. E atenção: faça-as aos 20, mas também aos 30, 40 ou 80.

8 – Deixe as pessoas que lhe fazem mal. A vida é demasiado curta para se dar com alguém apenas porque sim. Mais uma vez, a sua ‘eu’ do futuro agradece!

Interrail? Só para pessoas muito (mesmo muito) organizadas


Nunca pensei que fosse tão difícil planear um Interrail. Na altura dos meus pais, bastava comprar um passe, passar algumas noites a dormir num comboio, descansar em pousadas da juventude e visitar os destinos.

Agora é tudo muito mais caro e complicado:

- Existem bilhetes flexíveis e contínuos. Isto até é uma boa ideia. Problema: os flexíveis só nos deixam viajar X dias em Y dias de viagem (exemplo, cinco dias em 10 de viagem) e os contínuos são muito caros para quem recebe um ordenado baixo e anda a poupar tostões o ano inteiro... Com os bilhetes flexíveis não dá para ir a uma série de sítios, já que nesses X dias temos de ir e voltar.

- Existe a regra das 19h00 – se entrarmos num comboio noturno, o dia de viagem só conta a partir das 00h00 do dia seguinte. Problema: segundo as regras disponíveis nos sites oficiais, esta só se aplica em comboios com viagens diretas, o que raramente acontece. Então se eu quiser ir de Lisboa até Paris e tiver de parar em Madrid às 02h00? De Madrid até Paris já é uma nova viagem? Estou confusa...

- Se quiser fazer uma viagem noturna, é obrigatório reservar lugares e pagar uma taxa (mesmo se for sentada e não numa camarata). Os preços variam de companhia para companhia. O razoável era estas taxas estarem incluídas no bilhete inicial... Digo eu...

- Tinha decidido passar pelo sul de França e fazer parte da costa italiana (se é para fazer, é para fazer EM BEM). Problema: duas noites num hostel custam quase metade do meu ordenado.

- E no Airbnb também não se arranja muito melhor. Lá consegui encontrar uns quartos baratos, mas ou estão a quilómetros do centro ou têm um ar terrível. Os melhores (sim, existem alguns muito bons com preços muito em conta) já estão reservados.

Resumindo, desisti do Interrail. Depois de ter passado horas ao computador a ver sítios, a fazer contas e a estudar todas as hipóteses, cheguei à conclusão que não sou suficientemente organizada (e poupada). Acho que vou pegar no dinheiro que juntei, dirigir-me a uma agência de viagens e pagar voo, estadia e transferes tudo de uma só vez.

É uma pena. Gostava de ter a experiência que os meus pais tiveram. Mas não vale a pena viajar em stress, só para depois regressar a Portugal com um livrinho com carimbos e dizer que fiz a costa de Itália de comboio. Até podia fazê-la, mas ia dormir debaixo de uma ponte em Amalfi e passar duas horas na fila da sopa dos pobres em Roma. Chique a valer...