O pedido de casamento é um dos momentos mais bonitos na vida de um casal. Mas às vezes surge um pequeno (grande) problema: o anel de noivado pode não corresponder às expectativas.
Se lida neste momento com um problema deste género, siga as dicas do site She Finds:
1 – Não diga nada durante o pedido de casamento.
2 – Perceba o que não gosta no anel. Pode ser que se consiga ‘resolver’ o problema numa ourivesaria com a remoção de uma pedra preciosa ou algo do género.
3 – Seja simpática. É muito provável que o noivo tenha gasto muito tempo e dinheiro na compra deste anel, por isso não o faça sentir-se mal.
4 – Se se tratar de uma herança familiar, tenha mais cuidado. Estamos a falar de um objeto que tem ainda mais significado. Tente perceber se é possível fazer pequenas alterações no anel para torná-lo mais ‘ao seu gosto’.
5 – Pondere ficar com ele. Pode ser que se habitue ao anel. Afinal, representa um gesto de amor de uma das pessoas mais especiais na sua vida. Bem sei que terá de usá-lo todos os dias, mas o que interessa é a intenção
Mostrar mensagens com a etiqueta Cabe tudo na Maldade da Joana. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cabe tudo na Maldade da Joana. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Texto dedicado aos que gostam dos dias chuvosos
Assim que começam a cair os primeiros pingos, o meu namorado fecha-se no quarto com a neura.
“Olha agora ir trabalhar com este tempo!.. Prefiro mil vezes sair de casa com frio do que com chuva”. “Mas não gostas de depois chegar a casa e ficar a descansar a ouvi-la lá fora?”, pergunto. “Não, não é nada relaxante. Prefiro dias cheios de sol para relaxar”.
A minha ideia de relaxamento é completamente diferente da do meu namorado (Obrigada, meu Deus, por não fazeres com que os meus momentos de lazer sejam passados a ver a Benfica TV!!!!). Para mim, não há nada melhor do que adormecer a ouvir a chuva lá fora.
Sim, é chato chegarmos ao trabalho encharcadas e com os pés feitos num oito, mas prefiro mil vezes estar um dia inteiro a trabalhar com chuva do que com um sol espetacular. Nessas altura só penso nas férias e na vontade que tenho de ir a correr para a praia.
Por isso, decidi escrever um texto para aqueles que, tal como eu, gostam dos dias chuvosos. Somos enxovalhados no Facebook, vítimas de mobbing no trabalho, alvos de ameaças na família, mas mantemos o nosso amor pela chuva. Que venham mais dias de outono com nuvens bem cinzentas e carregadas (haters, vejam lá o que escrevem na caixa de comentários...).
“Olha agora ir trabalhar com este tempo!.. Prefiro mil vezes sair de casa com frio do que com chuva”. “Mas não gostas de depois chegar a casa e ficar a descansar a ouvi-la lá fora?”, pergunto. “Não, não é nada relaxante. Prefiro dias cheios de sol para relaxar”.
A minha ideia de relaxamento é completamente diferente da do meu namorado (Obrigada, meu Deus, por não fazeres com que os meus momentos de lazer sejam passados a ver a Benfica TV!!!!). Para mim, não há nada melhor do que adormecer a ouvir a chuva lá fora.
Sim, é chato chegarmos ao trabalho encharcadas e com os pés feitos num oito, mas prefiro mil vezes estar um dia inteiro a trabalhar com chuva do que com um sol espetacular. Nessas altura só penso nas férias e na vontade que tenho de ir a correr para a praia.
Por isso, decidi escrever um texto para aqueles que, tal como eu, gostam dos dias chuvosos. Somos enxovalhados no Facebook, vítimas de mobbing no trabalho, alvos de ameaças na família, mas mantemos o nosso amor pela chuva. Que venham mais dias de outono com nuvens bem cinzentas e carregadas (haters, vejam lá o que escrevem na caixa de comentários...).
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Palavras que não deviam existir pura e simplesmente por serem feias
- Piaçaba
- Brotoeja
- Energúmeno
- Sanita
- Calcorrear
- Vagina
- Chilrear
- Peúgas
- Piaçaba
- Piaçaba
Vou acabar por me lembrar de mais umas quantas
- Brotoeja
- Energúmeno
- Sanita
- Calcorrear
- Vagina
- Chilrear
- Peúgas
- Piaçaba
- Piaçaba
Vou acabar por me lembrar de mais umas quantas
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Gostava tanto de saber usar uma agenda...
Tento ser organizada. Mas não-con-si-go. Da última vez que
tentei orientar a minha vida, decidi comprar uma agenda.
A ida às compras para adquirir este caderninho foi um
verdadeiro evento: estive o dia todo a pensar no formato da agenda, na cor, no
material, na marca, tudo e tudo e tudo.
Comecei por querer algo clássico, que coubesse no bolso de
um casaco. Depois passei para uma capa mais infantil, do tamanho A4 (tenho
muitas coisas para escrever). Acabei num supermercado a comprar uma agenda cor
de laranja de tamanho A5 – nada do que tinha imaginado inicialmente.
Mas a cor e o formato não interessam: o que importa é a sua
utilização. Nos primeiros dias, apontava tudo – consulta de oftalmologia na
quinta-feira às 18h00, lanche com a Rute na sexta-feira às 17h00, jantar em
casa dos pais do João sexta às 20h00, fazer a depilação debaixo dos braços
sábado às 10h00, ida à praia no sábado às 14h00, jantar das amiguinhas no
sábado às 21h00... Tudo!!!
Mas passado uma semana, tinha algo mesmo importante para
apontar e esquecia-me completamente. Encontrava um dia depois dessa marcação
relevante e dizia a mim mesma que tinha sido só um esquecimento normal... Era “falta
de hábito”.
A verdade é que nunca mais escrevi na agenda... Olho para
ela todos os dias e penso na quantidade coisas que devia apontar para não me
esquecer. Mas nunca escrevo nada. Porquê? Preguiça, desleixo, desorganização,
tudo numa pessoa só.
segunda-feira, 25 de julho de 2016
O que todos os casais felizes fazem
Li um artigo sobre este tema no site norte-americano Prevention e achei que alguns deles acertavam ‘na mouche’. É impossível ser totalmente feliz – ou vivemos resignados ou sempre à procura de mais.
Na busca dessa felicidade utópica, tem de haver esforço e dedicação – por isso, vale a pena investir numa relação que achamos que tem futuro. E todos os casais que vivem felizes seguem estes conselhos.
1 – Dar beijos longos. Um beijo de seis segundos por dia não faz mal a ninguém.
2 – Querer saber se aconteceu algo importante no dia do outro. É imprescindível mostrar interesse por aquilo que a outra pessoa faz ou pelos momentos mais importantes do seu dia.
3 – Dar-lhe um abraço quando chega do trabalho. Sabe sempre bem ser recebido assim em casa.
4 – Recordem os momentos bons. É bom ir recuperando memórias e mostrar à outra pessoa que não se esquece das coisas boas que viveram.
5 – Muitos mimos. Sejam beijos, abraços, cócegas, festinhas… O que interessa é dar (e receber) mimos.
6 – Sejam criativos na vida sexual. Aproveitem todos os espaços da casa e explorem coisas novas.
7 – Queixem-se sem culpar o outro. Comece as frases de uma discussão com ‘eu’ e não ‘tu’.
8 – Riam-se juntos. Não há nada melhor do que aproveitar o bom humor e encarar os desafios da vida de mãos dadas… A rir.
9 – Fazer com que ele/a se sinta uma prioridade. O outro tem de estar sempre no topo da lista, tem de ser a nossa prioridade em tudo.
Na busca dessa felicidade utópica, tem de haver esforço e dedicação – por isso, vale a pena investir numa relação que achamos que tem futuro. E todos os casais que vivem felizes seguem estes conselhos.
1 – Dar beijos longos. Um beijo de seis segundos por dia não faz mal a ninguém.
2 – Querer saber se aconteceu algo importante no dia do outro. É imprescindível mostrar interesse por aquilo que a outra pessoa faz ou pelos momentos mais importantes do seu dia.
3 – Dar-lhe um abraço quando chega do trabalho. Sabe sempre bem ser recebido assim em casa.
4 – Recordem os momentos bons. É bom ir recuperando memórias e mostrar à outra pessoa que não se esquece das coisas boas que viveram.
5 – Muitos mimos. Sejam beijos, abraços, cócegas, festinhas… O que interessa é dar (e receber) mimos.
6 – Sejam criativos na vida sexual. Aproveitem todos os espaços da casa e explorem coisas novas.
7 – Queixem-se sem culpar o outro. Comece as frases de uma discussão com ‘eu’ e não ‘tu’.
8 – Riam-se juntos. Não há nada melhor do que aproveitar o bom humor e encarar os desafios da vida de mãos dadas… A rir.
9 – Fazer com que ele/a se sinta uma prioridade. O outro tem de estar sempre no topo da lista, tem de ser a nossa prioridade em tudo.
domingo, 24 de julho de 2016
O que deve fazer assim que fica noiva
Fiquei noiva há pouco tempo. Foi das alturas mais felizes da minha vida – tal como muitas meninas pirosas e vaidosas, sonho com o meu vestido de casamento desde os meus 5 anos.
Com base naquilo que estou a viver e nos conselhos que vou recebendo de todas as amigas e primas casadas, aqui ficam algumas das coisas que as ‘recém-noivas’ devem fazer assim que ele põe o anel no dedo.
1 – Ir à manicure. Não fiz isto e arrependi-me. A verdade é que todos querem ver o anel. Quando estendemos a mão, apercebemo-nos de que estamos com peles por todo o lado e com as unhas terríveis…
2 – Elaborar um orçamento. Muitos têm a sorte de ter a ajuda dos pais (como, felizmente, é o meu caso), mas alguns têm de arcar com todas as despesas. Se for esse o seu caso, elabore um orçamento realista e mantenha-se firme até ao grande dia. No final da cerimónia, vai querer imprimir a folha de Excel e agradecer-lhe por tudo.
3 – Escolher uma data. Andar para trás e para a frente no calendário só vai aumentar os níveis de ansiedade.
4 – Dedicar-se à dieta. Agora já tem um objetivo: ficar bem no vestido de noiva. Se tive possibilidade, marque uma consulta na nutricionista – esta irá ajudá-la a definir metas. Se não conseguir, corte nos alimentos que todos sabemos que fazem mal (hidratos de carbono à noite, fritos, etc) e faça algum exercício físico.
5 – Inscreva-se no Pinterest. Foi a minha salvação – não imagina a quantidade de ideias que surgem nesta rede social. Crie um grupo fechado e partilhe apenas com as pessoas mais próximas. Pode guardar imagens de vestidos, decoração exterior e interior, fatos, pratos, etc.
6 – Faça uma lista de tudo o que vai precisar. Comece a pensar na lista de convidados, na lista de quintas ou caterings, nas lojas de vestidos ou costureiras,… Quanto mais cedo começar a planear, mais tempo terá para tomar decisões e para não fazer tudo ‘em cima do joelho’.
Que comece uma das melhores alturas das nossas vidas :)
Com base naquilo que estou a viver e nos conselhos que vou recebendo de todas as amigas e primas casadas, aqui ficam algumas das coisas que as ‘recém-noivas’ devem fazer assim que ele põe o anel no dedo.
1 – Ir à manicure. Não fiz isto e arrependi-me. A verdade é que todos querem ver o anel. Quando estendemos a mão, apercebemo-nos de que estamos com peles por todo o lado e com as unhas terríveis…
2 – Elaborar um orçamento. Muitos têm a sorte de ter a ajuda dos pais (como, felizmente, é o meu caso), mas alguns têm de arcar com todas as despesas. Se for esse o seu caso, elabore um orçamento realista e mantenha-se firme até ao grande dia. No final da cerimónia, vai querer imprimir a folha de Excel e agradecer-lhe por tudo.
3 – Escolher uma data. Andar para trás e para a frente no calendário só vai aumentar os níveis de ansiedade.
4 – Dedicar-se à dieta. Agora já tem um objetivo: ficar bem no vestido de noiva. Se tive possibilidade, marque uma consulta na nutricionista – esta irá ajudá-la a definir metas. Se não conseguir, corte nos alimentos que todos sabemos que fazem mal (hidratos de carbono à noite, fritos, etc) e faça algum exercício físico.
5 – Inscreva-se no Pinterest. Foi a minha salvação – não imagina a quantidade de ideias que surgem nesta rede social. Crie um grupo fechado e partilhe apenas com as pessoas mais próximas. Pode guardar imagens de vestidos, decoração exterior e interior, fatos, pratos, etc.
6 – Faça uma lista de tudo o que vai precisar. Comece a pensar na lista de convidados, na lista de quintas ou caterings, nas lojas de vestidos ou costureiras,… Quanto mais cedo começar a planear, mais tempo terá para tomar decisões e para não fazer tudo ‘em cima do joelho’.
Que comece uma das melhores alturas das nossas vidas :)
As crianças são umas bestas?
Conheci várias pessoas que foram vítimas de bullying na escola. Eram atormentadas pela forma como se vestiam, como falavam ou pura e simplesmente como eram e estavam. As vítimas eram crianças e os agressores também. Como lidar com este problema quando, supostamente, o agressor ainda está numa fase da vida em que não tem noção daquilo que faz e das repercussões das suas ações?
Pois bem, o que vou dizer pode chocar os mais sensíveis. Mas aqui vai: muitas (se não for mesmo a maioria das) crianças são umas bestas. São más, rancorosas, gozonas e insensíveis. Umas bestas, portanto.
Não quero com isto dizer que não gosto de crianças. Nada disso. Não caio é na lengalenga do ‘anjinho’ e do ‘menino que não sabe o que faz’. Eu própria gozei com quem não devia e fui gozada por coisas estúpidas e fúteis. Acho que todos sabemos do que falo. Todos passámos por um episódio semelhante.
Não sou mãe, mas tenho três irmãos mais novos e espero num futuro próximo trazer mais um pequerrucho para o clã. E dir-lhe-ei exatamente isso: tu e os que te rodeiam são umas bestas. Claro que não será esta a terminologia, incuti desde muito cedo os princípios básicos das teorias pedagógicas mais comuns. Mas dir-lhe-ei que todos os meninos e meninas têm momentos em que são maus.
Porquê? Não sei. No meu primeiro trabalho, cheguei a discutir com o meu chefe a essência do homem (éramos uma equipa com pouco tempo livre, mas muito para analisar). Eu dizia que o homem era intrinsecamente bom. Ele defendia a ideia oposta. Disse-me que, com o passar dos anos, iria dar-lhe razão. E dou mesmo. Infelizmente, dou mesmo.
E se o homem é mau, como pode uma criança não ter em si qualquer sinal de maldade?
Há exceções, claro. Nem todas as crianças maltratam os colegas. Mas acabemos de vez com a conversa da falta de noção. Se a criança não a tem, os pais que a incutam. Claro que vai continuar a fazer travessuras, a gozar com um colega ou outro e a meter-se em trabalhos, mas a desresponsabilização dos seus atos não ajuda a terminar com o bullying, um problema muitas vezes ignorado ou minimizado.
Pois bem, o que vou dizer pode chocar os mais sensíveis. Mas aqui vai: muitas (se não for mesmo a maioria das) crianças são umas bestas. São más, rancorosas, gozonas e insensíveis. Umas bestas, portanto.
Não quero com isto dizer que não gosto de crianças. Nada disso. Não caio é na lengalenga do ‘anjinho’ e do ‘menino que não sabe o que faz’. Eu própria gozei com quem não devia e fui gozada por coisas estúpidas e fúteis. Acho que todos sabemos do que falo. Todos passámos por um episódio semelhante.
Não sou mãe, mas tenho três irmãos mais novos e espero num futuro próximo trazer mais um pequerrucho para o clã. E dir-lhe-ei exatamente isso: tu e os que te rodeiam são umas bestas. Claro que não será esta a terminologia, incuti desde muito cedo os princípios básicos das teorias pedagógicas mais comuns. Mas dir-lhe-ei que todos os meninos e meninas têm momentos em que são maus.
Porquê? Não sei. No meu primeiro trabalho, cheguei a discutir com o meu chefe a essência do homem (éramos uma equipa com pouco tempo livre, mas muito para analisar). Eu dizia que o homem era intrinsecamente bom. Ele defendia a ideia oposta. Disse-me que, com o passar dos anos, iria dar-lhe razão. E dou mesmo. Infelizmente, dou mesmo.
E se o homem é mau, como pode uma criança não ter em si qualquer sinal de maldade?
Há exceções, claro. Nem todas as crianças maltratam os colegas. Mas acabemos de vez com a conversa da falta de noção. Se a criança não a tem, os pais que a incutam. Claro que vai continuar a fazer travessuras, a gozar com um colega ou outro e a meter-se em trabalhos, mas a desresponsabilização dos seus atos não ajuda a terminar com o bullying, um problema muitas vezes ignorado ou minimizado.
sábado, 23 de julho de 2016
A desculpa da falta de tempo
Falta-nos sempre tempo para fazer algo.
Ou para lavar a loiça, ou para engomar, ... Ou para escrever no blogue.
Não nos falta tempo nenhum... Temos até muito tempo para fazer tudo. O que nos falta é organização e a discernimento para saber o que é ou não uma prioridade.
Por isso, abaixo a desculpa da falta de tempo. Tentemos aprender a saber o que é realmente importante e o que nos preenche. E a conjugar a lavagem da loiça e a lentidão do computador do trabalho com a publicação de 'posts' no blogue e o envio de SMS às amigas.
Tudo se faz. Basta apenas um pouco de organização.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Os dramas de viver em 30 metros quadrados
Quando saí de casa dos meus pais, decidi que queria viver no centro de Lisboa. E tinha de ser mesmo no centro – não me imaginava a ir parar a uma zona onde não houvesse muitos transportes ou não existissem lojas abertas à meia-noite. Por isso, acabei por ir parar a uma das zonas mais caras da capital.
Ora, para viver nestas zonas com um ordenado baixinho, temos de nos sujeitar a casas do tamanho do nosso quarto em casa dos pais. Foi exatamente o que me aconteceu: comecei por alugar um T0 com 18 metros quadrados e, passado um ano, estava a viver num míni T1 com 30 metros quadrados (um luxo).
Problema: quando vivemos num espaço tão pequeno, temos de ser organizados, arrumados e metódicos. Tudo coisas que não sou. É nessa altura que começamos a questionar uma série de coisas:
a) Onde raio vou guardar o aspirador? E a esfregona? E o balde? E a vassoura? Em casa dos pais à dispensa… Nesta há a porta da casa de banho – o espaço atrás da mesma conta como uma divisão.
b) Onde arrumamos os 38 pares de sapatos se a nossa cama é feita com paletes (além de ficar uma cama supre gira, sai muito mais barata)? Viva o IKEA por nos apresentar sapateiras de plástico a preço bestial! E onde as colocamos? Penduradas na parede, claro!
c) Onde pomos o fogão? Não pomos. Não há espaço. Compramos uma placa elétrica e um micro-ondas com grill. Sai tudo delicioso à mesma.
d) Onde colocamos a estante para os livros? Também não colocamos. Aproveitamos aquele recanto do quarto com menos humidade para fazer uma Torre de Pisa. Assim até dá um ar de uso à coisa.
e) E o estendal? Tem de ser daqueles que se dobram. E lá está: o espaço atrás da porta da casa de banho é (praticamente) uma divisão.
f) Dá para ter um sítio para receber os amigos? Dá. Uma mesa redonda com banquinhos do IKEA (já disse que adoro o IKEA?) que, no final de uma noite de copos, empilhamos e guardamos a um canto. Os verdadeiros amigos não precisam de nada a não ser de um copo, vinho e conversa.
Os dramas são tantos que é difícil enumerar. De certeza que, com o tempo, vou me lembrar de mais alguns. E prometo partilhá-los.
Problema: quando vivemos num espaço tão pequeno, temos de ser organizados, arrumados e metódicos. Tudo coisas que não sou. É nessa altura que começamos a questionar uma série de coisas:
a) Onde raio vou guardar o aspirador? E a esfregona? E o balde? E a vassoura? Em casa dos pais à dispensa… Nesta há a porta da casa de banho – o espaço atrás da mesma conta como uma divisão.
b) Onde arrumamos os 38 pares de sapatos se a nossa cama é feita com paletes (além de ficar uma cama supre gira, sai muito mais barata)? Viva o IKEA por nos apresentar sapateiras de plástico a preço bestial! E onde as colocamos? Penduradas na parede, claro!
c) Onde pomos o fogão? Não pomos. Não há espaço. Compramos uma placa elétrica e um micro-ondas com grill. Sai tudo delicioso à mesma.
d) Onde colocamos a estante para os livros? Também não colocamos. Aproveitamos aquele recanto do quarto com menos humidade para fazer uma Torre de Pisa. Assim até dá um ar de uso à coisa.
e) E o estendal? Tem de ser daqueles que se dobram. E lá está: o espaço atrás da porta da casa de banho é (praticamente) uma divisão.
f) Dá para ter um sítio para receber os amigos? Dá. Uma mesa redonda com banquinhos do IKEA (já disse que adoro o IKEA?) que, no final de uma noite de copos, empilhamos e guardamos a um canto. Os verdadeiros amigos não precisam de nada a não ser de um copo, vinho e conversa.
Os dramas são tantos que é difícil enumerar. De certeza que, com o tempo, vou me lembrar de mais alguns. E prometo partilhá-los.
Um mal chamado desilusão
Se há coisa com a qual é difícil lidar é a desilusão. Porque, para haver desilusão, havia admiração, respeito e/ou apreço pelo outro. Como podem fatores tão importantes esmorecer tão rapidamente?Existem também as expectativas. E aí, o mal é nosso. Para quê colocá-las tão altas? Só para depois nos apercebermos que não vale a pena pensar que as coisas vão correr ‘assim ou assado’?
Aprendemos da pior maneira que não vale a pena enganar-nos com brincadeiras, confidencias, presentes e momentos de alegria.
Se se recupera da desilusão? Talvez. Mas que é preciso muito trabalho, é.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Quais as diferenças entre os verdadeiros e os falsos amigos?
Quando somos miúdos, temos montes de amigos – convidávamos praticamente a turma inteira para a nossa festa de anos. Mas quando começamos a crescer, percebemos que, afinal, temos poucos amigos a sério e que alguns dos que achávamos ser os nossos verdadeiros companheiros são falsos compinchas.
Mas como distinguimos os verdadeiros dos falsos amigos? Fácil. Basta ter em conta estes pontos:
1. Ri-se connosco e de nós: sabe partilhar connosco os momentos de alegria. Não tenta ofuscar o centro das atenções e é genuíno na forma como fica contente pelo seu companheiro. De tal forma genuíno, que sabemos que quando se ri de um erro estúpido que fizemos ou de uma situação mais constrangedora em que estivemos envolvidos, não existe nada de ‘maligno’ ou de gozo nas suas gargalhadas.
2. Chora connosco e por nós: sabe partilhar a dor – sem a relativizar, mas também sem exagerar. Não pergunta se precisamos de ajuda, parte logo para a ação. Conhece-nos de tal forma, que sabe que não vão ser as ‘palmadinhas nas costas’ que nos vão ajudar, mas sim uma conversa sincera ou uma ida ao cinema sem grandes confusões, por exemplo.
3. Frontalidade acima de tudo: o verdadeiro amigo é aquele que nos aponta os erros de uma forma construtiva, sem ‘deitar abaixo’ e exageros.
4. Não faz julgamentos: apesar de detetar o erro, este amigo não nos irá apontar o dedo caso decidamos continuar no mesmo caminho. Pode não concordar com as escolhas, mas irá guardar o nosso segredo e não irá rotular-nos apenas com base num erro.
5. Igualdade de dedicação: como dizia Saint-Exupéry no livro ‘O Principezinho’, temos que ser responsáveis por aquilo que cativamos. No entanto, não pode haver esforço apenas de um lado. Temos que nos dedicar aos nossos amigos, mas este tipo de dedicação tem que ser recíproca.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
O melhor truque para aguentar uma noite de trabalho
Ontem foi dia de ficar a trabalhar até mais tarde. E o que se faz para manter os olhos abertos durante a noite? Ouve-se os clássicos guilty pleasures.
Esta era uma das que estava na lista. Obrigada Outkast por animarem a noite das poucas almas que estão no local de trabalho a horas impróprias. Bless
Esta era uma das que estava na lista. Obrigada Outkast por animarem a noite das poucas almas que estão no local de trabalho a horas impróprias. Bless
quarta-feira, 1 de junho de 2016
8 coisas que devemos fazer aos 20 anos
Por isso, existem coisas muito simples que podemos fazer nesta idade e que farão com que sejamos muito mais felizes no futuro.
1 – Temos de começar a cuidar de nós. Se aos 17 comíamos o que nos apetecia, agora é melhor começar a olhar para a balança. Temos de estar atentas à nossa pele e à saúde em geral. As futuras ‘nós’ agradecem.
2 – Ir atrás do nosso emprego de sonho. Agora temos as ferramentas para procurarmos o trabalho que nos faz feliz. Não vale a pena contentar-nos com o básico e com o emprego que nos dá algum dinheiro. Como se costuma dizer, “uma vida no emprego de sonho é uma vida sem trabalhar” (se não é isto, é qualquer coisa do género).
3 – Viagens, viagens e mais viagens. Com filhos, contas para pagar, animais de estimação para cuidar e uma casa para limpar, é difícil juntar tempo e dinheiro para fazer aquela viagem com que sempre sonhou. Aproveite os 20 anos para se aventurar.
4 – Saia de casa. Eu sei, nesta altura do campeonato é difícil sair de casa dos pais. Mas tudo é possível: experimente viver num quarto ou numa casinha com 30 metros quadrados. A sensação de independência e o sentido de responsabilidade devem ser assimilados desde cedo.
5 – Dedique-se aos amigos. Com o passar do tempo, o acumular de tarefas fará com que não consiga dedicar tanto tempo aos seus amigos (mesmo aos mais próximos). Por isso, aproveite para ir beber uns copos com eles, ir ao cinema, viajar ou pura e simplesmente ficar num jardim a falar até às 04h00.
6 – Compre aquele par de sapatos estupidamente caro. E aproveite-o. Enquanto não temos grandes encargos, o melhor mesmo é mimar-nos de vez em quando e comprarmos coisas que sabemos que, um dia mais tarde, serão mais difíceis de adquirir – a não ser que se torne uma CEO de uma multinacional. Good for you!
7 – Não tenha medo de fazer perguntas. Mais vale esclarecê-las agora do que viver uma vida de dúvidas e medos. E atenção: faça-as aos 20, mas também aos 30, 40 ou 80.
8 – Deixe as pessoas que lhe fazem mal. A vida é demasiado curta para se dar com alguém apenas porque sim. Mais uma vez, a sua ‘eu’ do futuro agradece!
Interrail? Só para pessoas muito (mesmo muito) organizadas
Nunca pensei que fosse tão difícil planear um Interrail. Na altura dos meus pais, bastava comprar um passe, passar algumas noites a dormir num comboio, descansar em pousadas da juventude e visitar os destinos.
Agora é tudo muito mais caro e complicado:
- Existem bilhetes flexíveis e contínuos. Isto até é uma boa ideia. Problema: os flexíveis só nos deixam viajar X dias em Y dias de viagem (exemplo, cinco dias em 10 de viagem) e os contínuos são muito caros para quem recebe um ordenado baixo e anda a poupar tostões o ano inteiro... Com os bilhetes flexíveis não dá para ir a uma série de sítios, já que nesses X dias temos de ir e voltar.
- Existe a regra das 19h00 – se entrarmos num comboio noturno, o dia de viagem só conta a partir das 00h00 do dia seguinte. Problema: segundo as regras disponíveis nos sites oficiais, esta só se aplica em comboios com viagens diretas, o que raramente acontece. Então se eu quiser ir de Lisboa até Paris e tiver de parar em Madrid às 02h00? De Madrid até Paris já é uma nova viagem? Estou confusa...
- Se quiser fazer uma viagem noturna, é obrigatório reservar lugares e pagar uma taxa (mesmo se for sentada e não numa camarata). Os preços variam de companhia para companhia. O razoável era estas taxas estarem incluídas no bilhete inicial... Digo eu...
- Tinha decidido passar pelo sul de França e fazer parte da costa italiana (se é para fazer, é para fazer EM BEM). Problema: duas noites num hostel custam quase metade do meu ordenado.
- E no Airbnb também não se arranja muito melhor. Lá consegui encontrar uns quartos baratos, mas ou estão a quilómetros do centro ou têm um ar terrível. Os melhores (sim, existem alguns muito bons com preços muito em conta) já estão reservados.
Resumindo, desisti do Interrail. Depois de ter passado horas ao computador a ver sítios, a fazer contas e a estudar todas as hipóteses, cheguei à conclusão que não sou suficientemente organizada (e poupada). Acho que vou pegar no dinheiro que juntei, dirigir-me a uma agência de viagens e pagar voo, estadia e transferes tudo de uma só vez.
É uma pena. Gostava de ter a experiência que os meus pais tiveram. Mas não vale a pena viajar em stress, só para depois regressar a Portugal com um livrinho com carimbos e dizer que fiz a costa de Itália de comboio. Até podia fazê-la, mas ia dormir debaixo de uma ponte em Amalfi e passar duas horas na fila da sopa dos pobres em Roma. Chique a valer...
terça-feira, 31 de maio de 2016
António, Teresa e Capitu. Três irmãos muito diferentes
Hoje é o dia dos irmãos. Tenho a sorte de ter três completamente diferentes.
O António (três anos mais novo do que eu) é o mais calmo e carinhoso. Gosta de estar no seu mundo, com os seus videojogos e os seus filmes, mas é sempre o primeiro a ajudar. É também o primeiro a mandar uma piada e a soltar uma gargalhada. Mas tem os seus dias – às vezes não fala com ninguém e prefere ficar um bom bocado sozinho, a pensar nas suas coisas. Sabemos que passado um bocado voltamos a ter o nosso ‘Ni’ divertido.
A Teresa (quatro anos mais nova) é a mais cómica, mas também a que tem o feitio mais complicado. Tanto está eufórica, a rir às gargalhadas, como impaciente. A verdade é que, quando está de bom humor, é uma miúda super cómica, que nos faz rir com facilidade. Mas não nos damos muito - sabemos que ao fim de umas horas juntas, os nossos feitios vão acabar por colidir. Temos gostos, personalidades e formas de estar completamente diferentes. Mas, com a idade, vamos aprendendo a lidar uma com a outra e a aproveitar os momentos em que estamos bem.
Teresa e Capitu
A Capitu (que, na verdade, se chama Maria Inês e é 13 anos mais nova) é a bebé lá de casa. Quando está connosco, continua a agir como uma menina de cinco anos, a pedir miminhos e a fazer brincadeiras infantis. Sempre que me vê, enche-me de abraços e beijinhos. Quando estou com ela, volto a ser miúda e a fazer as parvoíces todas próprias da idade.
Podemos andar às turras e ralhar uns com os outros, mas tenho noção da sorte que tenh
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Sabia que Cleópatra usava um vibrador?
É verdade, a rainha do Egipto também usava um vibrador. Estas e outras curiosidades são reveladas num vídeo do canal Super Deluxe, no qual se conta a história deste objeto sexual.
Dê uma vista de olhos
pelos diferentes vibradores dos últimos... milhares de anos.
5 ideias para bolos de casamento
Vai casar e não sabe que bolo escolher? O melhor
mesmo é estar atenta às novas tendências no mundo dos bolos de casamento.
O site britânico Metro fez uma lista com os novos
estilos que estão na moda. A Jota Má pegou nesses tópicos e sugere-vos as
melhores opções:
1.
Um bolo que
reflita a personalidade dos noivos: a personalidade ou os gostos. Dê um toque
especial ao típico bolo de camadas. Se não gosta de extravagâncias, pode dar
esse toque nos bonecos que se costumam colocar no topo do bolo, por exemplo.
2.
Do míni ao super:
cada vez mais vemos bolos compostos por dezenas de macarrons ou cupcakes.
Porque não fazer uma torre de bolinhos ou usar uma boleira de três andares para
criar o típico bolo de noivos?
3.
Um bolo ‘nu’:
muitos acreditam que a beleza das coisas está na sua simplicidade. Para estas
pessoas, o melhor é esquecer o glacé e os ornamentos – deixe as camadas à
mostra e revele os frutos ou o recheio do bolo.
4.
Rendas: há
quem ache piroso, há quem veja esta moda como um regresso aos estilos mais
tradicionais. Para todos os efeitos, é a incorporação de um elemento clássico –
se for bem feito e sem exageros, por tornar um bolo ‘despedido’ numa autêntica
obra de arte.
5.
Apostar nas cores subtis: muitas pessoas
gostam de ter bolos com cores garridas, como cor-de-rosa choque ou verde lima. Se
gostam destas opções, ótimo: o dia é vosso e devem vivê-lo ao máximo. Para mim,
cores vibrantes são um bocadinho demais... Mas não tem mal nenhum acrescentar
um apontamento de cor ao bolo, como uma fita verde escura ou uma camada com uns
tons de azul-bebé.
A todas as noivas, muitas felicidades! E não
stressem, tudo acaba por correr bem J
domingo, 29 de maio de 2016
O que não devemos ter na casa de banho
A sua casa de banho está super desarrumada, com roupa espalhada por todo o lado, produtos de beleza misturados com bijuteria e embalagens vazias no lavatório? O melhor mesmo é começar a pensar numa limpeza...
O site norte-americano Huffington Post fez uma lista com algumas das coisas que deve banir da sua casa de banho, de forma a eliminar bactérias e a fazer a sua higiene num espaço mais limpo.Aqui estão alguns exemplos:
Esponjas: deve substituir a sua esponja de três em três ou de quatro em quatro semanas. São perfeitas para criar uma autêntica ‘selva’ de bactérias.
Embalagens vazias: mais uma vez, estas são as ‘melhores amigas’ das bactérias.
Tapete: se quiser manter um, deve lavá-lo com regularidade. Isto porque é o local onde costuma haver muita pele morta, gordura e (surpresa, surpresa!) bactérias.
Cortina de duche: também deve substituí-la com regularidade – ganha bolor com muita facilidade.
Produtos fora de prazo: podem ser usados por engano... E a verdade é que só estão no seu armário a ocupar espaço.
Elásticos para o cabelo: não os deixe em locais húmidos - as bactérias adoram-nos!
Porque é que alguns casais fazem mais sexo do que outros?
Será que tem a ver com uma questão de personalidade ou nem
por isso? Um novo estudo da Florida State University revela a resposta.
Os psicólogos Andrea L. Meltzer e James K. McNulty pediram a
278 casais heterossexuais que realizassem um diário sexual e que fizessem o
teste ‘Big Five’. Este consiste num teste de personalidade onde são abordados
cinco pontos – sentido de responsabilidade, vontade de agradar aos outros,
abertura a novas experiências, capacidade para reagir perante dificuldades e
extroversão.
Após uma análise dos diários e dos resultados dos testes, os
investigadores chegaram a uma conclusão que pode soar um pouco sexista...: os
casais que fazem mais sexo são aqueles em que a mulher tem uma maior vontade de
agradar os outros e está mais aberta a novas experiências. Por incrível que
pareça, os psicólogos afirmam que a personalidade do homem em nada influencia a
frequência com que o casal mantém relações sexuais.
Surpreendido com os resultados? Eu também. Até porque se o
homem não tiver a mesma vontade de agradar ou de explorar o desconhecido, estão
organizados os ‘ingredientes’ para que tudo corra mal.
Para saber mais sobre este estudo, clique aqui.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
2015 podia ter sido muito melhor. Mas foi o que foi
Ataques terroristas em todo o mundo mataram milhares de
pessoas, a crise financeira deu cabo da vida de outras tantas. Os gregos
tentaram mostrar quem é que mais ordena e a Europa temeu que os franceses se
virassem para um dos extremos. Milhares fugiram da guerra e tentaram uma nova
vida por cá – uns receberam-nos de braços abertos, outros de punho fechado.
Perdemos Omar Sharif, Maria Barroso, Ornette Coleman, Nuno
Melo, John Nash, Filipa Vacondeus, B.B. King, Mariano Gago, Gunter Grass,
Manoel de Oliveira e muitos outros conhecidos e desconhecidos.
Em Portugal, assistimos ao desenrolar da Operação Marquês, à
venda da TAP, à queda do império Espírito Santo, à derrota da direita e à união
da esquerda, ao crescimento do PAN, à polémica dos vistos gold,… E começámos a
pagar pelos sacos de plástico dos supermercados.
Muitas coisas más (vá, no meio disto tudo houve uma ou outra
boa). O meu 2015 foi… Foi o que foi. Nem fabuloso, nem horrível. Tive a sorte
de ser escolhida para continuar a trabalhar na empresa onde me encontro, mas
perdi colegas que já eram meus amigos do peito. Tive uma gatinha durante 15
dias e entretanto arranjei outra que me dá cabo do juízo. Não consegui ver as
minhas amigas mais antigas com a regularidade que queria, mas pude voltar a
trabalhar com uma de quem tanto gosto. A minha família teve alguns problemas,
mas conseguiu erguer a cabeça e seguir em frente, sem olhar para trás.
E depois aparece ele. O início do ano começou com os dois de
costas voltadas, mas agora não nos largamos. Nessa parte não me posso queixar
(suspiro profundo de quem vive nas nuvens e imersa em pensamentos pirosos).
E pronto. Tenho um feeling que 2016 vai ser melhor. Espero
que o vosso também. :)
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















