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domingo, 28 de julho de 2019

10 viagens que todas as mulheres devem fazer

O site Town and Country fez uma lista de 10 viagens que todas as mulheres devem fazer pelo menos uma vez na vida (toca a poupar alguns trocos).

Aqui fica a lista:

- Visitar os campos de tulipas em Keukenhof, na Holanda

- Aproveitar as praias relaxantes de um sítio paradisíaco, como Cuba

- Fazer uma viagem sozinha

- Visitar o país dos antepassados

- Fazer uma grande viagem de comboio (um interrail, por exemplo)

- Chegar ao aeroporto e escolher o destino

- Fazer uma viagem com as amigas

- Fazer uma viagem cujo tema é aventura: desportos radicais, dormir no meio das montanhas, etc.

- Fazer uma road trip (e que tal a Route 66?)

- Fazer voluntariado lá fora


terça-feira, 9 de julho de 2019

Guess who's back?


Foram quase três anos sem escrever nada. E pelo meio muita coisa aconteceu. Tanta coisa que tenho matéria para alimentar o blog durante mais uns tempos. Pode ser que ninguém leia, mas também pode ajudar algumas pessoas. A ver vamos.



domingo, 23 de outubro de 2016

Site de encontros só para pessoas feias?!

Há ideias do caraças… Umas geniais, outras mais parvas do que sei lá o quê. Então não é que um grupo de jovens decidiu criar um site de encontros exclusivo para pessoas feias? Chama-se The Ugly Bug Ball e tem uma versão ‘portuguesa’.



Sim, porque de português aquilo não tem nada… As palavras estão todas mal escritas e a bandeira é a espanhola…

Bom, para se inscrever, basta registar-se, dizer quais as suas preferências e acrescentar uma fotografia sua. Depois, basta começar a interagir.

"Mais de metade dos solteiros do Reino Unidos não são esteticamente privilegiados, logo, encare a realidade! Além disso, as pessoas feias são mais simpáticas umas com as outras e esforçam-se mais na cama para agradar o parceiro que as outras", é uma das frases que promove o site de encontros. "As pessoas que não são bonitas são mais fiéis" é outra das ‘pérolas’.

Primeiro: quem define o conceito ‘feio’? Posso achar o Leonardo DiCaprio feio como sei lá o quê, por exemplo. Quem é que dita o facto de ele ser giro ou não?

Segundo: é preciso ter uma autoestima terrível para se inscrever nisto… Em vez de optar por sites deste género, o melhor mesmo é marcar uma consulta na psicóloga. Será muito mais produtivo, garanto!

Se mesmo assim ainda tem curiosidade em ver como funciona este site, clique aqui

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

O que fazer quando não se gosta do anel de noivado?

O pedido de casamento é um dos momentos mais bonitos na vida de um casal. Mas às vezes surge um pequeno (grande) problema: o anel de noivado pode não corresponder às expectativas.


Se lida neste momento com um problema deste género, siga as dicas do site She Finds:

1 – Não diga nada durante o pedido de casamento.

2 – Perceba o que não gosta no anel. Pode ser que se consiga ‘resolver’ o problema numa ourivesaria com a remoção de uma pedra preciosa ou algo do género.

3 – Seja simpática. É muito provável que o noivo tenha gasto muito tempo e dinheiro na compra deste anel, por isso não o faça sentir-se mal.

4 – Se se tratar de uma herança familiar, tenha mais cuidado. Estamos a falar de um objeto que tem ainda mais significado. Tente perceber se é possível fazer pequenas alterações no anel para torná-lo mais ‘ao seu gosto’.

5 – Pondere ficar com ele. Pode ser que se habitue ao anel. Afinal, representa um gesto de amor de uma das pessoas mais especiais na sua vida. Bem sei que terá de usá-lo todos os dias, mas o que interessa é a intenção

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

9 coisas que não deve dizer no primeiro encontro



Comer de boca aberta, ser mal-educado com as pessoas que o rodeiam, ligar mais ao telemóvel do que à pessoa que está à sua frente… Estas são atitude que NÃO deve ter durante um primeiro encontro. Mas o que se diz também tem um impacto (muito) importante no futuro de uma relação.

O site norte-americano Huffington Post publicou algumas das frases partilhadas no fórum Ask Reddit que mostram ‘deixas’ reais proferidas durante um primeiro encontro. Decidi adaptá-los à realidade portuguesa, vejam lá se concordam.

1. “Vais comer isso tudo?!” (É falta de educação. Não há mais nada a dizer sobre o assunto)

2. “Olha, o jogo começa daqui a nada…” (Wrong. Se logo no primeiro encontro o Benfica é mais importante que o resto, vá se lá saber o que acontece passados três meses de namoro!)

3. “Não sou racista, mas…” (Já conhece os familiares dela? E os amigos? Pois…)

4. “Não estou à procura de uma relação” (Somos sempre a favor da verdade. Mas também não é preciso estragar o ambiente durante as entradas...)

5. “E essa conta bancária? Está bem recheada?” (Regra de ouro: Não falar sobre dinheiro)

6. “Amo-te” (Calma, tudo com muita calma…)

7. “Então vá, agora vamos falar de política” (Hmmm é sempre o pior tópico. Não precisa de saber se ela é marxista-leninista, anarquista ou liberal logo na primeira vez em que estão juntos. Há muito mais temas para explorar)

8. “[suspiro] Esta crise…” (Lembre-se da Regra de Ouro do ponto 5)

9. “Eu e a minha ex costumávamos vir a este restaurante” (Deve ter sido maravilhoso… Mas a pessoa que o está a conhecer não quer saber.)

Texto dedicado aos que gostam dos dias chuvosos

Assim que começam a cair os primeiros pingos, o meu namorado fecha-se no quarto com a neura.

“Olha agora ir trabalhar com este tempo!.. Prefiro mil vezes sair de casa com frio do que com chuva”. “Mas não gostas de depois chegar a casa e ficar a descansar a ouvi-la lá fora?”, pergunto. “Não, não é nada relaxante. Prefiro dias cheios de sol para relaxar”.

A minha ideia de relaxamento é completamente diferente da do meu namorado (Obrigada, meu Deus, por não fazeres com que os meus momentos de lazer sejam passados a ver a Benfica TV!!!!). Para mim, não há nada melhor do que adormecer a ouvir a chuva lá fora.


Sim, é chato chegarmos ao trabalho encharcadas e com os pés feitos num oito, mas prefiro mil vezes estar um dia inteiro a trabalhar com chuva do que com um sol espetacular. Nessas altura só penso nas férias e na vontade que tenho de ir a correr para a praia.

Por isso, decidi escrever um texto para aqueles que, tal como eu, gostam dos dias chuvosos. Somos enxovalhados no Facebook, vítimas de mobbing no trabalho, alvos de ameaças na família, mas mantemos o nosso amor pela chuva. Que venham mais dias de outono com nuvens bem cinzentas e carregadas (haters, vejam lá o que escrevem na caixa de comentários...).

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Palavras que não deviam existir pura e simplesmente por serem feias

- Piaçaba

- Brotoeja

- Energúmeno

- Sanita

- Calcorrear

- Vagina

- Chilrear

- Peúgas

- Piaçaba

- Piaçaba


Vou acabar por me lembrar de mais umas quantas

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Gostava tanto de saber usar uma agenda...

Tento ser organizada. Mas não-con-si-go. Da última vez que tentei orientar a minha vida, decidi comprar uma agenda.

A ida às compras para adquirir este caderninho foi um verdadeiro evento: estive o dia todo a pensar no formato da agenda, na cor, no material, na marca, tudo e tudo e tudo.

Comecei por querer algo clássico, que coubesse no bolso de um casaco. Depois passei para uma capa mais infantil, do tamanho A4 (tenho muitas coisas para escrever). Acabei num supermercado a comprar uma agenda cor de laranja de tamanho A5 – nada do que tinha imaginado inicialmente.


Mas a cor e o formato não interessam: o que importa é a sua utilização. Nos primeiros dias, apontava tudo – consulta de oftalmologia na quinta-feira às 18h00, lanche com a Rute na sexta-feira às 17h00, jantar em casa dos pais do João sexta às 20h00, fazer a depilação debaixo dos braços sábado às 10h00, ida à praia no sábado às 14h00, jantar das amiguinhas no sábado às 21h00... Tudo!!!

Mas passado uma semana, tinha algo mesmo importante para apontar e esquecia-me completamente. Encontrava um dia depois dessa marcação relevante e dizia a mim mesma que tinha sido só um esquecimento normal... Era “falta de hábito”.


A verdade é que nunca mais escrevi na agenda... Olho para ela todos os dias e penso na quantidade coisas que devia apontar para não me esquecer. Mas nunca escrevo nada. Porquê? Preguiça, desleixo, desorganização, tudo numa pessoa só.

As minhas expetativas (loucas) para o futuro


É sempre difícil prever o que será o nosso futuro. Criamos expectativas – algumas realistas, outras nem por isso – e fazemos de tudo para as conquistar. Trabalhamos arduamente, deixamos amizades de parte, tentamos crescer o mais rápido possível.

E para quê?

Há uns tempos comecei a escrever num caderno como queria que a minha vida fosse daqui a uns anos. Tentei ser o mais realista possível, tendo em conta que sou licenciada, estou nos quadros de uma empresa – que passa atualmente por dificuldades financeiras -, sou boa naquilo que faço e a minha qualidade é reconhecida por aqueles que ocupam o topo da cadeia. Posto isto, os meus objetivos ‘realistas’ eram estes:

- Ter uma festa de casamento com os amigos e os familiares mais próximos;

- Ser mãe antes dos 30;

- Conhecer um país fora da Europa;

- Viver numa casa com dois quartos OU ou pequeno jardim (sei que pedir as duas coisas é demais...);

- Ter um carrinho de cinco lugares com menos de 10 anos de idade;

- Ter uma vida financeiramente estável e tempo (e dinheiro) para combinar coisas com os amigos.

Ora bem, nada disto me parece irrealista. Não peço para ser rica, para ser diretora de uma empresa em Nova Iorque ou ser uma autora de sucesso (estes sim eram os meus sonhos... mas há que manter os pés na terra). Mas vamos lá ver como é que a vida funciona:

- O casamento vai acontecer, mas com muita ajuda dos meus pais. Seria impensável ter uma festa se os meus pais não me ajudassem. O dia do matrimónio resumia-se a uma ida à igreja a correr, atirar arroz para o ar (e recolher tudo, que não se pode desperdiçar comida assim) e um jantar barato com os pais da noiva e do noivo. Felizmente, aqui tenho quem me ajude. E sim, muitos podem considerar este um objetivo fútil, mas não vou negar o facto de ser daquelas mulheres que sonha com o seu dia de princesa desde os 5 anos. E MESMO ASSIM, duvido que haja orçamento para um vestido de Cinderela... Será mais do género da Rapunzel.

- Quero ser uma mãe cheia de energia. E como não sou uma mulher supre saudável, que bebe batidos verdes de manhã e vai ao ginásio regularmente, sei que essa energia vai desaparecer rápido. O meu namorado é oito anos mais velho do que, por isso terá 40 anos quando eu tiver 32. Quero que a miúda (estou a fazer figas para que seja uma miúda!) possa andar às cavalitas de uns dos pais (claro que isto é um exagero, a minha mãe foi mãe da minha irmã mais nova aos 40 e fui tudo tão espetacular quanto a primeira vez). Mas a verdade é que, se a minha situação profissional continuar como está, nem aos 50 serei mãe. A criança vai comer o quê, fatias de ar? Quando estiver doente, faço umas mezinhas? Na altura da escola vai usar os meus manuais de 1996? Dizem que não posso pensar assim e que não devo esperar pela altura certa, porque ela não existe. Mas bolas, não me apetece ter a Segurança Social à perna e viver com a corda à volta da garganta. “Ah e tal, os teus pais ajudam-te!” Pois, está bem, mas os meus pais têm mais três filhos. E não têm ‘Santa Casa da Misericórdia’ escrito na testa.

- “Há montes de promoções na agência Abreu, devias aproveitar!”. Ora bem, se nem para um fim de semana em Madrid tenho dinheiro, quanto mais uma ida aos Estados Unidos ou à África do Sul? Até posso ter dinheiro para os bilhetes, mas e a vida lá? “Oh, aproveitas o subsídio de férias!” Sabem para que é que serve esse dinheirinho? Para pagar a revisão do carro, a esterilização da minha gata e o arranjo do termoacumulador que não para de pingar. Férias de sonho, right?

- Eu sei o que vão dizer: “Arranjas carros baratíssimos em segunda mão e muito bom estado”. É claro que eu já andei no Standvirtual a ver oportunidades maravilhosas! Mas sabem o que é chegar ao final do mês com 1,58 euros na conta? E ter de aguentar 3 ou 4 dias com isso? Como é possível juntar o que quer que seja? Mais vale esperar pelo subsídio de férias e levar o nosso carrinho podre de 1999 ao mecânico...

Basicamente, preciso de um aumento para fazer isto tudo e mais algumas coisas... Alguém precisa de uma jornalista divertida, com a louca ambição de viver num T2 e guiar um carro de 2006? 

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Queixas do dia-a-dia. Parquímetros e parques pagos

Porque é que todos os sítios do distrito de Lisboa (vá, muitos) têm parques pagos ou parquímetro? Na praia, junto à estação de comboios, ao pé do parque infantil, nas zonas mais isoladas… Na rua onde vivo?!?!

Pagamos para circular. Também temos de pagar para parar de circular?

Deixem pelo menos as zonas das praias livres… Eu vou à praia no final do mês e tenho de pagar uma exorbitância só para apanhar sol e dar um mergulho? Ah e tal, assim conseguimos manter a zona com menos carros. Tretas. Quando está um bom dia de praia, até um Citroen Saxo sobe as duas. Até um Fiat Panda aguenta uma valeta.

Estas coisas deixam-me rabugenta.

Parques de campismo portugueses entre os melhores do mundo

Esta notícia é escrita a pensar em quem gosta de acampar (é preciso ter espírito para a coisa…). Sabia que dois parques de campismo portugueses aparecem na lista dos melhores do mundo?


Como se pode ler num artigo do Jornal i, esta lista foi elaborada pelo conceituado jornal britânico Guardian, o que lhe concede bastante credibilidade.

Um deles é a Quinta de Odelouca, na bacia da ribeira e barragem de Odelouca. O jornal descreve-a como “um sítio para todos os que amam a tranquilidade e a natureza”.

O outro é a Lima Escape, no Gerês – este espaço permite optar entre o campismo mais tradicional ou o glamping (mistura dos termos ‘camping’ e ‘glamour’).

Se ainda não sabe o que fazer nas férias, que tal visitar estes espaços?

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Viver em 30 metros quadrados… Com uma gata

Vivo com o meu namorado numa casinha com 30 metros quadrados. Todos os dias surge um novo desafio – coisas básicas como onde arrumar a roupa, como esconder os produtos de limpeza ou arranjar um espaço para cortar legumes para a sopa são mais difíceis do que se possa imaginar…

Agora imaginem tudo isto… Com uma gata.

A Chamusca chegou cá a casa em dezembro do ano passado. Era uma bolinha de pelo que se escondia em todo o lado. Agora já está mais crescidinha e tem pelo para dar e vender.


São muitos os dramas com os quais nos deparamos. Primeiro: não poder ter janelas abertas. No inverno costumávamos fechar uma das (míni) divisões e abrir a janela para arejar. O problema surgiu no verão. Como é que se sobrevive neste calor nem abrir uma janela à noite?! Já arranjámos uma solução: colocar uma rede nas janelas. Problema: a nossa gata é uma autêntica aranha e adora trepar pela rede. Vamos ver quanto tempo dura…

Segundo: os pelos acumulados nos cantos da casa. Como é possível um animal perder tanto pelo?!?! Para ter sempre a casa impecável, tenho de varrer ou aspirar todos os cantos… Todos os dias… A toda a hora…

Terceiro: onde pôr a casa de banho dela? O sítio lógico era na nossa casa de banho. Problema: esta é uma divisão que precisa MESMO de ser arejada depois do banho, etc. Se a casa de banho dela estiver lá dentro, não posso fechar a porta e abrir a janela… Resultado: está num cantinho da casa, bem escondidinha. O que vale é que ela é muito asseada…

Com o passar do tempo, não duvido que apareçam mais dramas felinos por estes lados… Desde que não traga um amigo para casa, está tudo ok.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Bucket List: sítios que quero (e vou) visitar

Gosto muito de viajar. Mas gosto de o fazer com algum dinheiro na carteira e não a contar trocos do outro lado do mundo…

Tenho uma lista de vários sítios que quero (e vou) visitar. Aqui fica a minha Bucket List (se alguém quiser ajudar a torná-la real…)

- Itália (todas as cidades! Roma, Florença, Sicília, Sardenha, tudo!)

- Ilhas gregas

- Hvar (Croácia)

- Praia de Oludeniz (Turquia)

- Nova Iorque

- São Francisco

- Sidney

- Rio de Janeiro

- Havana

- Casablanca

- Saara

- São Tomé

- Phnom Penh (Cambodja)

- Goa (Índia)

30 euros na carteira: uma fortuna ou uma miséria?

Um estudo do Banco de Portugal divulgado esta segunda-feira revelou que os portugueses andam, em média, com 30 euros na carteira.

Eu ando sempre com menos. Para tentar não gastar e também porque sou uma despistada e a probabilidade de perder as notas é enorme.

Mas esta notícia revela, de uma forma muito subtil, os problemas que milhões de portugueses enfrentam – a maioria (e aqui me incluo) deve andar com esse dinheiro na carteira para tentar controlar o que gasta.

Trinta euros não é nada e, ao mesmo tempo, é muito.

Um aumento de trinta euros no ordenado já faz uma diferença enorme no pagamento de contas e nos planos do dia-a-dia. Valem ouro na minha carteira.

Ao mesmo tempo, o que são 30 euros? Como é possível vivermos de uma forma tão restrita, em que temos de fazer render aqueles seis contos ao longo de vários dias?

Assustadores estes tempos em que vivemos – uma altura em que somos obrigados a ser sovinas, a contar cêntimos e a gerir a nossa carteira com a maior minúcia.



PS: Com isto não quero dizer que sou a favor do desleixo e da irresponsabilidade financeira. Os baixos valores com que vivemos é que me assustam.

O que todos os casais felizes fazem

Li um artigo sobre este tema no site norte-americano Prevention e achei que alguns deles acertavam ‘na mouche’. É impossível ser totalmente feliz – ou vivemos resignados ou sempre à procura de mais.

Na busca dessa felicidade utópica, tem de haver esforço e dedicação – por isso, vale a pena investir numa relação que achamos que tem futuro. E todos os casais que vivem felizes seguem estes conselhos.

1 – Dar beijos longos. Um beijo de seis segundos por dia não faz mal a ninguém.

2 – Querer saber se aconteceu algo importante no dia do outro. É imprescindível mostrar interesse por aquilo que a outra pessoa faz ou pelos momentos mais importantes do seu dia.


3 – Dar-lhe um abraço quando chega do trabalho. Sabe sempre bem ser recebido assim em casa.

4 – Recordem os momentos bons. É bom ir recuperando memórias e mostrar à outra pessoa que não se esquece das coisas boas que viveram.

5 – Muitos mimos. Sejam beijos, abraços, cócegas, festinhas… O que interessa é dar (e receber) mimos.

6 – Sejam criativos na vida sexual. Aproveitem todos os espaços da casa e explorem coisas novas.

7 – Queixem-se sem culpar o outro. Comece as frases de uma discussão com ‘eu’ e não ‘tu’.

8 – Riam-se juntos. Não há nada melhor do que aproveitar o bom humor e encarar os desafios da vida de mãos dadas… A rir.

9 – Fazer com que ele/a se sinta uma prioridade. O outro tem de estar sempre no topo da lista, tem de ser a nossa prioridade em tudo.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Quais as diferenças entre os verdadeiros e os falsos amigos?



Quando somos miúdos, temos montes de amigos – convidávamos praticamente a turma inteira para a nossa festa de anos. Mas quando começamos a crescer, percebemos que, afinal, temos poucos amigos a sério e que alguns dos que achávamos ser os nossos verdadeiros companheiros são falsos compinchas.

Mas como distinguimos os verdadeiros dos falsos amigos? Fácil. Basta ter em conta estes pontos:

1. Ri-se connosco e de nós: sabe partilhar connosco os momentos de alegria. Não tenta ofuscar o centro das atenções e é genuíno na forma como fica contente pelo seu companheiro. De tal forma genuíno, que sabemos que quando se ri de um erro estúpido que fizemos ou de uma situação mais constrangedora em que estivemos envolvidos, não existe nada de ‘maligno’ ou de gozo nas suas gargalhadas.

2. Chora connosco e por nós: sabe partilhar a dor – sem a relativizar, mas também sem exagerar. Não pergunta se precisamos de ajuda, parte logo para a ação. Conhece-nos de tal forma, que sabe que não vão ser as ‘palmadinhas nas costas’ que nos vão ajudar, mas sim uma conversa sincera ou uma ida ao cinema sem grandes confusões, por exemplo.

3. Frontalidade acima de tudo: o verdadeiro amigo é aquele que nos aponta os erros de uma forma construtiva, sem ‘deitar abaixo’ e exageros.

4. Não faz julgamentos: apesar de detetar o erro, este amigo não nos irá apontar o dedo caso decidamos continuar no mesmo caminho. Pode não concordar com as escolhas, mas irá guardar o nosso segredo e não irá rotular-nos apenas com base num erro.

5. Igualdade de dedicação: como dizia Saint-Exupéry no livro ‘O Principezinho’, temos que ser responsáveis por aquilo que cativamos. No entanto, não pode haver esforço apenas de um lado. Temos que nos dedicar aos nossos amigos, mas este tipo de dedicação tem que ser recíproca.