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segunda-feira, 5 de agosto de 2019
Quando a música é perfeita para a cena
Quem viu o 11º episódio da terceira temporada da série Handmaid's Tale? A última cena vale a temporada toda (que ainda não acabou). E a música da Kate Bush fica perfeita naquele momento (no spoilers, don't worry!).
segunda-feira, 15 de julho de 2019
A música que acompanha os dias de trabalho
Ajuda a manter o ritmo e a concentração. Os clássicos nunca nos falham :)
domingo, 14 de julho de 2019
Músicas que me deixam com um nó na garganta
E provocam pele de galinha.
sexta-feira, 12 de julho de 2019
Quando a banda sonora consegue ser tão boa quanto a série
Já viram a série Big Little Lies? E já ouviram Michael Kiwanuka? Vale muito a pena
quarta-feira, 10 de julho de 2019
Não me espanquem, mas já não posso ouvir falar no NOS Alive
Os festivaleiros vão deixar de me ler, mas não me aguento: já
não posso ouvir falar no NOS Alive.
Não levem a mal, fico muito contente por
todos os que se vão divertir a partir de amanhã no Passeio Marítimo de Algés,
mas já estou um bocado farta do entusiasmo excessivo à volta deste festival.
Coisas práticas: o cartaz não é nada de especial. Aliás, as
últimas edições não têm sido nada de extraordinário. Este ano, temos os Cure,
os Smashing Pumpkins e os Vampire Weekend. Os Smashing Pumpkins vieram na
primeira edição (há 12 anos, é certo) e os Cure à edição de 2012. Os Vampire
Weekend vieram ao festival duas vezes (em 2008 e 2013). É certo que estamos em
2019 e já passaram alguns anos, mas podia haver alguma inovação nos
cabeças-de-cartaz... Os Pearl Jam já vieram três vezes, os Prodigy duas, os
Disclosure outras duas (em palcos diferentes, verdade seja dita) e os Arctir
Monkeys também duas. Quero com isto dizer que há uma falta de originalidade na
escolha do cartaz. Por muito boas que sejam as bandas (e sou fã de várias), já
cansa andar sempre à volta do mesmo.
Os primeiros programas do Alive eram muito bons. Lembro-me
de ir às duas primeiras primeiras edições e ficar espantada com o cartaz de
luxo. Em 2007, os cabeças de cartaz foram precisamente Pearl Jam, Smashing
Pumpkins e Beastie Boys. Na mesma edição houve bandas como Linkin Park e White
Stripes. Um excelente programa para a primeira edição do festival. No ano a
seguir, tive a oportunidade de ver Bob Dylan, Neil Young, Ben Harper, John
Butler Trio e The National, entre outros. Mais um cartaz espetacular. As
edições seguintes continuaram a ser boas – Metallica e Dave Matthews Band em
2009, Deftones e Manic Street Preachers em 2010, Coldplay e Foo Fighters em 2011,
etc -, mas a certa altura começaram a tornar-se repetitivas.
É claro que todas têm coisas boas: como já disse, sou fã
bandas que vão este ano ao Alive, como os Cure e os Smashing Pumpkins. A melhor
parte desta edição: o regresso dos Ornato Violeta! Não vou ver, mas gostava
muito. E claro, o Alive tem condições muito boas que outros festivais não têm,
como o acesso a transportes públicos, o facto de ser um terreno plano e estar
numa zona muito central, ao lado de Lisboa. Mas calma, já não se pode com tanto
post sobre o Alive e tanta excitação na antecipação. É mais do mesmo.
Há outros festivais com concertos tão ou mais interessantes:
em junho, tivemos a Rosalía no Primavera Sound, dia 18 vamos ter a Lana Del Rey
no Super Bock Super Rock e ontem tivemos os Roots no EDP Cool Jazz. Há mais
para além do Alive. E ainda bem: assim temos concertos para todos os gostos.
terça-feira, 9 de julho de 2019
O fenómeno Rosalía
E durante a ausência fui descobrindo umas coisas boas.
Oiçam a nova música de Rosalía, o novo fenómeno da música espanhola (e mundial). Esta é um bocadinho mais pop do que as que compôs até agora (mais tarde publicarei algumas do álbum El Mal Querer), mas mostra como é influenciada pelas rumbas catalãs (primeira parte: Milionária) e pelo flamenco (Dio$ No$ Libre del Dinero).
Toca a dar uma vista de olhos. Primeiro estranha-se, depois entranha-se.
Oiçam a nova música de Rosalía, o novo fenómeno da música espanhola (e mundial). Esta é um bocadinho mais pop do que as que compôs até agora (mais tarde publicarei algumas do álbum El Mal Querer), mas mostra como é influenciada pelas rumbas catalãs (primeira parte: Milionária) e pelo flamenco (Dio$ No$ Libre del Dinero).
Toca a dar uma vista de olhos. Primeiro estranha-se, depois entranha-se.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Um dia cheio de brilhos
Agora estou naquela fase pela qual todas as noivas passam: só pensam no grande dia.
Chamem-me louca, mas gostava de entrar na igreja com esta música. Eu sei, não faz parte da nossa tradição. Mas não é linda?!?!?!?! :)
PS: Casei em 2017. E não é que entrei com esta música? :D
PS: Casei em 2017. E não é que entrei com esta música? :D
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Um dia cheio de pintas
Foi, sem dúvida alguma, a maior banda de todos os tempos. Já vi o Paul McCartney ao vivo e senti uma emoção impossível de explicar.
Esta é apenas uma das dezenas de músicas extraordinárias criadas pelos Fab4. Podiam ser meus pais ou avós, mas vibro mais com eles do que com a maioria dos músicos da minha idade.
Esta é apenas uma das dezenas de músicas extraordinárias criadas pelos Fab4. Podiam ser meus pais ou avós, mas vibro mais com eles do que com a maioria dos músicos da minha idade.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Um dia com uma misturada de cores
Esta música pertence a uma nova banda portuguesa: Moda Americana.
Sou suspeita: o meu irmão é o autor do videoclip. O que é que acham desta loucura?
Sou suspeita: o meu irmão é o autor do videoclip. O que é que acham desta loucura?
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Um dia verde escuro
Chama-se Lucas Santtana e fala sobre aquilo que muitos vivem: as palpitações loucas dessa coisa confusa que é o coração. Vale a pena
sexta-feira, 29 de julho de 2016
Um dia cheio de bronze
Bom bom é passar uma tarde na praia com uma ou mais amigas, só a apanhar sol, a mergulhar e a conversar.
Esta já tem uns aninhos, mas fez parte da minha adolescência – altura em que comecei a cimentar estas bons momentos. E quem não gosta dos Aerosmith? Mesmo quando tentam ter 20 anos, conseguem fazer coisas que ficam na cabeça.
Esta já tem uns aninhos, mas fez parte da minha adolescência – altura em que comecei a cimentar estas bons momentos. E quem não gosta dos Aerosmith? Mesmo quando tentam ter 20 anos, conseguem fazer coisas que ficam na cabeça.
quarta-feira, 27 de julho de 2016
Um dia cheio de manchas azuis
Quando se está doente, tudo parece azul e cinzento. Nada brilha, nada tem muita cor, tudo parece uma sinfonia agridoce.
Os Verve acompanham-nos num dia cheio de torradas, chás e sopas.
Os Verve acompanham-nos num dia cheio de torradas, chás e sopas.
segunda-feira, 25 de julho de 2016
Um dia cor de laranja (muito) forte
Com o calor que esteve nos últimos dias, só apetece ficar à sombra, só com os pés dentro de água, a ouvir isto.
Não conheço muita coisa do Kanye West, mas só o facto de incluir a grande Nina Simone no seu álbum vale 10 pontos.
Não conheço muita coisa do Kanye West, mas só o facto de incluir a grande Nina Simone no seu álbum vale 10 pontos.
PS: Não ligar aos sete minutos de pessoas nuas a ressonar.
sábado, 23 de julho de 2016
Um dia roxo, azul, verde...
... E com todas as cores que apeteça misturar.
É o dia em que estamos descontraídas, apenas com vontade de relaxar e fazer o que nos vem à cabeça no momento.
Vamos ao beachcam, vemos qual a praia que está com melhor aspeto, pegamos no carro. A única preocupação é se temos toalha de banho e protetor solar. E lá vamos nós para mais um dia com nada na cabeça.
É o dia em que estamos descontraídas, apenas com vontade de relaxar e fazer o que nos vem à cabeça no momento.
Vamos ao beachcam, vemos qual a praia que está com melhor aspeto, pegamos no carro. A única preocupação é se temos toalha de banho e protetor solar. E lá vamos nós para mais um dia com nada na cabeça.
domingo, 19 de junho de 2016
Uma relação (sem compromisso) com uma guitarra
Comecei a tocá-la com cinco ou seis anos. E a verdade é que a minha relação com ela foi tal e qual uma relação amorosa.
Quando comecei, tinha medo. Tocava coisas simples, tentava não me magoar e não estragar tudo. Tinha de me esforçar. Com o passar do tempo, comecei a ganhar mais confiança e a inventar. Passava horas agarrada a ela, a criar melodias e experimentar acordes… Queria que o meu futuro fosse construído com ela.
A certa altura, com os meus 15 anos, comecei a cansar-me. Tocava sempre as mesmas coisas, o mesmo género. Comecei a fazer outras coisas a seguir às aulas e só pegava nela uma vez por semana, na aula de música. Foi nessa altura que me deu para deixar de lado as peças clássicas e dedicar-me ao rock e ao reggae. Se queria que a coisa durasse, tinha de reinventá-la.
E resultou, voltámos a ser unha com carne. Passava a vida a tocar e a cantar, não a largava por nada. Demos alguns concertos juntas, os meus amigos gostavam de nos ouvir.
Mas aos 17, as coisas voltaram a descambar. A exigência era muita e eu não queria esse compromisso. Desisti das aulas de guitarra clássica. Continuava a tocá-la quase todos os dias, mas não com a mesma dedicação.
Foi com essa idade que arranjei um part-time para as duas. Aos sábados à noite, lá estávamos nós a dar música a um grupo de pessoas. Mas era só isso, estritamente profissional. Já não havia a paixão de antes. De vez em quando lá dávamos uns toques juntas e divertíamo-nos a dar música aos vizinhos. Mas fomos nos afastando uma da outra de uma forma muito natural.
Oito anos depois, o part-time chegou ao fim. Uma das cordas partiu-se. Ela ficou enfiada debaixo da cama, dentro de uma caixa que mais parece um caixão. Agora, muito de vez em quando, faço uns dedilhados tristes ou uns acordes enternecedores numa guitarra mais velhinha, de cordas enferrujadas. A outra - por medo, por vergonha ou por raiva – deixei-a debaixo da cama. Continua à minha espera. Sabe que eu vou ter de meter uma coisa na cabeça: já não toco o que tocava. Nem eu, nem ela. Só depois de assumirmos isso é que podemos ter uma relação simples, sem compromissos, apenas dedicada ao prazer.
sábado, 18 de junho de 2016
Um dia cor de laranja com salpicos encarnados
Aquele dia em que nos sentimos mais animadas... mas só com alguns. Temos de vontade de dançar em cima da cama, espreguiçar-nos até às 16h00 e não fazer nada.
Depois ouvimos músicas destas e pomo-nos a dançar pela casa, com os vizinhos e topar que o dia está a correr bem. A cada passo saem pegadas cor de laranjas, com uns quantos salpicos encarnados para dar algum atrevimento à coisa. Tem tudo mais graça com algum atrevimento.
Depois ouvimos músicas destas e pomo-nos a dançar pela casa, com os vizinhos e topar que o dia está a correr bem. A cada passo saem pegadas cor de laranjas, com uns quantos salpicos encarnados para dar algum atrevimento à coisa. Tem tudo mais graça com algum atrevimento.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Um dia cinzento com tons esverdeados
Hoje está um dia cinzento. Não apetece sair da cama. Só queremos comer coisas que nos dão prazer e ficar sozinhos a ver os piores filmes que dão na televisão. Não tiramos o pijama, não lavamos os dentes, ficamos só na cama a ver aquilo que sabemos que é mau mas que nos deixa completamente agarrados ao ecrã.
De vez em quando lá aparecem frases que nos dão vontade de levantar da cama e fazer alguma coisa. Mas o ator passa tão rápido para a frase seguinte que essa vontade vai como veio.
Hoje é um dia cinzento, com tons esverdeados que rapidamente se escondem atrás da cor mais escura. E a Aimee Mann trata da banda sonora.
De vez em quando lá aparecem frases que nos dão vontade de levantar da cama e fazer alguma coisa. Mas o ator passa tão rápido para a frase seguinte que essa vontade vai como veio.
Hoje é um dia cinzento, com tons esverdeados que rapidamente se escondem atrás da cor mais escura. E a Aimee Mann trata da banda sonora.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Um dia azul com alguns tons de cinzento e manchas roxas
Há uma música para cada situação. Umas deixam-nos mais felizes, outras mais tristes. Umas animam-nos, outras comovem-nos.
Se pensarem bem, quase todos os momentos mais marcantes das vossas vidas têm uma banda sonora – mesmo que na altura não estivesse a passar essa música, vocês atribuem-na a esse momento. Nunca vos aconteceu?
E como hoje é um dia azul, com alguns tons de cinzento e umas manchas roxas, esta é a música que o acompanha. (Sim, o anúncio da EDP vale principalmente por causa da banda sonora).
Se pensarem bem, quase todos os momentos mais marcantes das vossas vidas têm uma banda sonora – mesmo que na altura não estivesse a passar essa música, vocês atribuem-na a esse momento. Nunca vos aconteceu?
E como hoje é um dia azul, com alguns tons de cinzento e umas manchas roxas, esta é a música que o acompanha. (Sim, o anúncio da EDP vale principalmente por causa da banda sonora).
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Eagles of Death Metal. Grandes nos originais e nas covers
Confesso que não conhecia os Eagles of Death Metal (EODM). Já tinha ouvido uma coisa aqui e ali, mas nunca tinha prestado atenção. Por razões profissionais tive de conhecê-los melhor depois dos atentados em Paris, a 13 de novembro de 2015.
Dentro do género, revelaram-se uma agradável surpresa. Desde essa altura que estou viciada na sua versão de ‘Save a Prayer’, dos Duran Duran. Atrevo-me a dizer (calma, fãs dos êxitos dos anos 80, calma) que é muito melhor do que a original.
O que é que acham? (Partilho aqui um vídeo com imagens do filme ‘Os Tenenbaums – Uma Comédia Genial’. A capa do álbum pode fazer confusão às pessoas mais... sensíveis ;) )
Dentro do género, revelaram-se uma agradável surpresa. Desde essa altura que estou viciada na sua versão de ‘Save a Prayer’, dos Duran Duran. Atrevo-me a dizer (calma, fãs dos êxitos dos anos 80, calma) que é muito melhor do que a original.
O que é que acham? (Partilho aqui um vídeo com imagens do filme ‘Os Tenenbaums – Uma Comédia Genial’. A capa do álbum pode fazer confusão às pessoas mais... sensíveis ;) )
terça-feira, 31 de maio de 2016
Música para os Santos
Junho é o mês dos Santos Populares! Começa a época da sardinha no pão, do chouriço assado e do cheirinho a manjerico.
A nova música da Raquel Tavares - Meu Amor de Longe é a banda sonora perfeita para o mês de Junho. O que acham? :)
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