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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Quando a música é perfeita para a cena

Quem viu o 11º episódio da terceira temporada da série Handmaid's Tale? A última cena vale a temporada toda (que ainda não acabou). E a música da Kate Bush fica perfeita naquele momento (no spoilers, don't worry!).


sexta-feira, 12 de julho de 2019

terça-feira, 9 de julho de 2019

As 5 melhores séries dos últimos tempos


Estou numa fase em que vejo mais séries do que filmes. E os últimos tempos têm sido uma loucura: são só séries boas a sair!

Acabei na semana passada a segunda temporada de uma série alemã chamada Dark (Netflix). A história passa-se numa aldeia chamada Winden, conhecida pela sua central nuclear. Os seus habitantes começam aos poucos a perceber que algo de estranho se passa nas grutas do bosque que rodeia a aldeia – basta dizer que várias crianças estão a desaparecer no meio da floresta, tal como já tinha acontecido 33 anos antes. É das melhores séries que vi! Prende ao ecrã, deixa-nos ansiosos para que saia o próximo episódio e apanha-nos de surpresa a toda a hora. E, claro, nota-se a diferença de uma produção alemã para uma produção norte-americana: Stranger Things é o fenómeno do momento e centra-se numa temática parecida, mas, na minha opinião, Dark é muito melhor em todos os aspetos: argumento, cenário, personagens, ...




Outra série maravilhosa é Big Little Lies (HBO). Se calhar muitos ouviram falar nesta série como ‘A série que tem a Meryl Streep na segunda temporada’. A história centra-se num grupo de amigas que vive numa zona abastada da Califórnia. Cada uma tem a sua vida e os seus problemas, mas, a certa altura, acabam todos por ser apanhadas num drama. A forma como vão lidar com essa tragédia fará com que se unam ainda mais... Ou não. Estou agora a ver a segunda temporada – é mais fraca que a primeira, mas não deixa de ser uma excelente série. Destaque para o trabalho de produção e edição.

This is Us (Fox) pode parecer uma telenovela, mas, para mim, é das melhores coisas que os EUA produziram nos últimos tempos. Uma família de cinco (pai, mãe e trigémeos) lida com os problemas do dia-a-dia. É só isto. Mas há qualquer coisa nesta série que faz com que todos se identifiquem.
Serão as personagens? A forma como o argumento está escrito? A interpretação dos atores? Acho que é apenas o facto de todos passarmos problemas e de não existir uma família perfeita.

Num registo totalmente diferente, The Marvelous Mrs. Maisel (Amazon) também deixou tudo e todos presos ao ecrã. Midge vive em Nova Iorque, na década de 50, com a sua família judia. Os Maisel não têm problemas na vida: as contas estão recheadas, os homens são bem-sucedidos e as mulheres pertencem a todos os clubes da elite. Problema: Midge, uma mulher casada e com dois filhos, quer dedicar-se àquilo que mais gosta – stand-up comedy. Tudo é maravilhoso nesta série: os cenários, os figurinos, os atores, as piadas. As barrigadas de riso são garantidas.

Mas nenhuma série mexeu tanto comigo quanto Handmaid’s Tale (Hulu). Uma parte dos EUA deu lugar a Gilead, uma nação (?!) totalitarista que não respeita as mulheres e que as vê simplesmente como seres reprodutores. Baseada na obra da canadiana Margaret Atwood, esta série não deixa ninguém indiferente. As interpretações são magistrais e o argumento de arrepiar. Aconselho todos – mulheres e homens – a verem esta série. Não é pera doce, mas é importante que se tenha noção que estes problemas existem. Basta ver o que se passou há pouco tempo no Alabama...


terça-feira, 11 de outubro de 2016

Os melhores filmes do mundo


Desde pequenina que vejo filmes da Disney.

O primeiro filme que vi no cinema foi ‘O Livro da Selva’ e quando tinha os meus quatro anos era viciada no ‘Aladino’. Lembro-me que, aos seis anos, a minha avó ofereceu-me um prato, uma tigela e um copo da ‘Pocahontas’ e vibrei como se tivesse ganho 10 mil euros. Aos 14 tentei aprender a tocar ‘A Canção do Sul’ no piano e aos 20 e tal fui a correr ao cinema para voltar a ver ‘O Rei Leão’. Ah! E aos 23 anos ligaram-me para ir trabalhar na loja da Disney no Cascaishopping. Só não fui porque tinha acabado de arranjar emprego na minha área... Mas vacilei.

O que é que têm os filmes da Disney de especial? Tudo. As histórias em si, as músicas, as personagens, os desenhos, tudo!

Continuo a vibrar mais com a ‘Cinderela’, ‘A Bela Adormecida’, ‘Os Aristogatos’ e ‘Os 101 Dálmatas’ do que com qualquer outro filme. E aqui me confesso: sou de tal maneira viciada nas músicas da Disney que vou para o trabalho a ouvir e cantar os clássicos.

Fico triste quando oiço crianças com 10, 11, 12, 13 anos a dizer que nunca viram filmes da Disney. Não sabem o que perdem. Quando for mãe, vou mostrar todos estes filmes aos meus filhos. Uma infância feliz tem de ter uns filmes da Disney pelo meio.

Vá, tomem lá mais um GIF... Não resisto! :)